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Porto Velho

Conheça as ações da Prefeitura destinadas a preservar, proteger e valorizar a cultura e o território dos povos originários em Porto Velho

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PDPM indica a criação de um espaço cultural, apoio à produção sustentável e o fortalecimento das identidades, histórias e modos de vida dos povos originários

Ações do PDPM foram desenvolvidas com a participação ativa de lideranças indígenasEm respeito à diversidade cultural e à importância dos povos originários na formação de Porto Velho, a Prefeitura, por meio do Plano Diretor Participativo do Município (PDPM), estabelecido pela Lei Complementar nº 838/2021, indica uma série de ações voltadas ao planejamento urbano e territorial sustentável, e incluem as comunidades indígenas no desenvolvimento do município.

Porto Velho abriga quatro etnias indígenas: Karitiana, Karipuna, Kaxarari e Kassupá. Entre as principais diretrizes voltadas para essas comunidades, destacam-se o reconhecimento e a proteção das Terras Indígenas (TIs), a criação de um espaço cultural, o apoio à produção sustentável e o fortalecimento das identidades, histórias e modos de vida dos povos originários.

Todo o processo de revisão do PDPM contou com a participação da sociedade civil, incluindo lideranças indígenas. As reuniões comunitárias, audiências públicas e a conferência consideraram as demandas de toda a população. O que garantiu que a principal política urbana municipal fosse construída de forma participativa e atendesse também às necessidades dos povos originários.

Reunião da equipe técnica da Prefeitura com povos originários durante a revisão do PDPMO PDPM apresenta cinco estratégias de sustentabilidade que refletem visões de futuro para orientar as políticas públicas e a atuação da administração municipal: “Cidade com Floresta e as Águas”, “Controle da Dispersão Urbana”, “Pertencimento e Identidade”, “Modernização da Gestão Urbana” e “Presença do Setor Público nos Distritos”.

Macrozoneamento: reconhecimento e proteção das Terras Indígenas

O plano reconhece oficialmente as Terras Indígenas do Município de Porto Velho, são elas: Karitiana, Karipuna, Kaxarari e Kassupá, definidas como áreas especiais de interesse sociocultural. O objetivo principal é assegurar a preservação dos territórios e respeitar os modos de vida tradicionais desses povos.

Além disso, o PDPM no seu macrozoneamento, institui a Macrozona de Valorização da Sociobiodiversidade, onde estão localizados os grandes corredores florestais de Porto Velho, incluindo as TIs e os territórios ocupados por comunidades tradicionais, como agroextrativistas, ribeirinhos, seringueiros, assentamentos rurais e agricultores familiares.

Cidade com a floresta e as águas

Porto Velho abriga as etnias indígenas Karitiana, Karipuna, Kaxarari e KassupáA estratégia “Cidade com a Floresta e com as Águas”, estabelece o compromisso de combater o desmatamento ilegal e incentivar à regularidade ambiental das propriedades rurais.

As diretrizes incluem a proteção das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e das Reservas Legais, a recuperação de áreas degradadas e a valorização do manejo florestal sustentável. Além da conectividade dessas regiões com as Terras Indígenas e as Unidades de Conservação de Porto Velho.

Pertencimento e Identidade: Valorização cultural e fortalecimento da autonomia

O PDPM reconhece a relevância histórica e cultural dos povos originários na formação do município. A estratégia “Pertencimento e Identidade” propõe fortalecer e preservar as expressões culturais e os saberes tradicionais, garantindo a valorização das raízes ancestrais no município.

Ainda nesse contexto, foi sugerido o incentivo à organização socioeconômica sustentável nos territórios indígenas, com apoio a atividades como agricultura familiar, extrativismo e artesanato, visando fortalecer a economia local e a autonomia dessas comunidades.

No Plano de Ação e Investimentos (PAI) do PDPM, está prevista a criação de um espaço cultural dedicado aos povos originários e comunidades tradicionais de Porto Velho. O objetivo é valorizar a memória e a diversidade dos modos de vida amazônicos. Esta é uma forma de reconhecer a cultura indígena e das populações ribeirinhas na história da cidade, além de promover o intercâmbio cultural entre indígenas e não indígenas.

Texto: Emily Costa
Fotos: SMC

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Hidroginástica melhora saúde e rotina de idosos na capital

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Projeto reúne cerca de 120 idosos em aulas no Centro de Convivência do Idoso (CCI)

As manhãs no Centro de Convivência do Idoso (CCI), em Porto Velho, ganharam mais movimento, disposição e alegria. Dentro da piscina, idosos encontram muito mais do que uma atividade física: descobrem um novo ritmo de vida, com mais saúde, bem-estar e convivência.

Elza Menezes é uma das participantes que sentiu os benefícios da hidroginástica no dia a diaAos 60 anos, Elza Menezes é uma das participantes que sentiu de forma clara e transformadora os benefícios da hidroginástica no dia a dia, percebendo melhorias na saúde, na disposição e na qualidade de vida.

“Quando eu cheguei aqui, estava cheia de dores. Hoje minha vida mudou completamente. Estou ativa, sem dores e muito mais feliz. Isso aqui é vida, é saúde”, contou. Para ela, as aulas se tornaram indispensáveis. “Faço questão de não perder, porque isso aqui faz um bem muito grande”.

A experiência de Eliete Rodrigues, de 71 anos, também mostra como a atividade tem impacto direto na saúde e na qualidade de vida. Antes, as limitações causadas pelo problema no joelho dificultavam a rotina, mas com a prática regular da hidroginástica, ela passou a sentir uma melhora significativa.

 Projeto Qualidade de Vida oferece aulas de hidroginástica para pessoas acima de 60 anos“Eu tenho problema no joelho, mas com a hidroginástica melhorou muito. Hoje me sinto bem melhor. Vou fazer 72 anos em julho e quero continuar fazendo enquanto puder”, afirmou, destacando a importância da atividade para manter a disposição e o bem-estar no dia a dia”.

O prefeito Léo Moraes destacou a importância de iniciativas voltadas à qualidade de vida da população idosa. “Cuidar dos nossos idosos é investir em saúde, bem-estar e dignidade. Projetos como esse fazem a diferença na vida das pessoas”.

VIDA SAUDÁVEL

As histórias refletem o resultado do Projeto Qualidade de Vida, que oferece aulas de hidroginástica para pessoas acima de 60 anos. A iniciativa é da prefeitura de Porto Velho, desenvolvida pela Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), tem como foco promover saúde preventiva e incentivar hábitos mais ativos.

Eliete Rodrigues mostra como a atividade tem impacto direto na saúde e na qualidade de vida

De acordo com a professora de hidroginástica, Aline Souza, as aulas acontecem duas vezes por semana no CCI e reúnem dezenas de participantes. Segundo ela, os benefícios vão além da atividade na água. A iniciativa reforça o compromisso em promover inclusão social e qualidade de vida, mostrando que nunca é tarde para começar a se cuidar e viver melhor.

“Temos quatro turmas, com cerca de 30 alunos cada. Eles gostam muito, porque além do exercício físico, aqui também é um espaço de convivência e troca. A hidroginástica ajuda a fortalecer a musculatura, melhora as articulações, previne lesões e traz mais qualidade de vida. No começo pode ser difícil para alguns, mas depois muitos dizem que não conseguem mais ficar sem”.

Entre um exercício e outro, o que se vê são sorrisos, conversas e incentivo mútuo. Para muitos idosos, a hidroginástica deixou de ser apenas uma prática esportiva e passou a fazer parte da rotina um momento de cuidado com o corpo, com a mente e também com as relações.

Texto: André Oliveira
Edição: Secom
Fotos: Hellon Luiz

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

LIMPEZA – Mais de 680 mil metros de roçagem transformam a Zona Leste

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Serviços crescem e equipes mantêm atuação contínua

A zona Leste segue recebendo uma série de ações de roçagem que já somam 683.426 metros executados entre 2025 e 2026. O número expressivo mostra o ritmo constante dos serviços em bairros com grande circulação de moradores.

Somente neste ano, já foram realizados 195.147 metros de roçagem, resultado de um trabalho organizado e acompanhado de perto pelo Limpômetro, ferramenta que permite à população visualizar, de forma transparente, o andamento das ações de limpeza urbana.

As equipes atuam diariamente em diferentes pontos da região, garantindo espaços mais limpos, melhor visibilidade nas vias e mais segurança para pedestres e motoristas. A retirada da vegetação alta também contribui para evitar o acúmulo de lixo e reduzir riscos relacionados à saúde pública.

Além disso, a roçagem impacta diretamente na mobilidade urbana, facilitando o trânsito e o acesso em áreas que antes enfrentavam dificuldades por conta do mato alto.

Programação de roçagem segue ativa e deve continuar alcançando novas áreasO uso do Limpômetro tem sido um diferencial no acompanhamento dos serviços, permitindo controle mais eficiente das equipes e dando visibilidade ao trabalho realizado em cada localidade.

“Esse acompanhamento pelo Limpômetro permite que a gente organize melhor as equipes e avance de forma contínua. A zona Leste é uma região extensa e com muita demanda, então esse monitoramento ajuda a garantir que o serviço chegue onde precisa e com mais rapidez”, disse Giovanni Marini, secretário executivo de limpeza urbana da Seinfra.

“A cidade precisa estar limpa e segura para as pessoas. Quando a gente mantém esse trabalho acontecendo todos os dias, o resultado aparece na rotina da população, seja na mobilidade, na saúde ou no bem-estar de quem vive nesses bairros”, afirmou o prefeito Léo Moraes.

A programação de roçagem segue ativa e deve continuar alcançando novas áreas, mantendo o serviço presente e atendendo regiões com maior fluxo de pessoas.

Acesse o Limpômetro.

Texto: Jhon Silva
Edição: Secom
Fotos: Helon Luiz

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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