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Agronegócio

Começa amanhã a 54ª Expofeira do Amapá e deve movimentar R$ 600 milhões

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A 54ª Expofeira do Amapá começa amanhã (30.08) e segue até 7 de setembro no Parque de Exposições da Fazendinha, na zona sul da capital, Macapá. Com entrada gratuita, o evento reúne negócios, cultura e entretenimento e deve atrair milhares de visitantes diariamente.

A programação inclui mais de 500 atrações, entre shows musicais, atividades culturais e espaço para empreendedores. Nomes como Ivete Sangalo, Alexandre Pires, Henrique & Juliano, Jorge & Mateus, além das bandas Calcinha Preta, Limão com Mel e Xand Avião, estão confirmados. O público gospel terá apresentações da banda Rosa de Saron e das cantoras Cassiane e Maria Marçal.

Além do calendário de espetáculos, o evento tem relevância econômica. O governo estadual projeta que a feira poderá movimentar até R$ 600 milhões em negócios neste ano, consolidando-se como uma das maiores vitrines da região Norte para o setor produtivo. Em 2024, apenas com estrutura e shows, o investimento público superou R$ 25 milhões, sinalizando a escala da iniciativa.

A feira também é vista como oportunidade para produtores rurais, empreendedores e setores de comércio e serviços. O impacto esperado deve aquecer hotelaria, transporte e alimentação, ampliando a circulação de recursos em Macapá e cidades vizinhas.

Tradicional no calendário amapaense, a Expofeira se apresenta como espaço de integração cultural e econômica, conectando grandes atrações artísticas a um ambiente de negócios capaz de fortalecer a economia local.

Serviço – 54ª Expofeira do Amapá

  • Data: 30 de agosto a 7 de setembro de 2025

  • Horário: Programação diária; shows principais a partir das 20h

  • Local: Parque de Exposições da Fazendinha, Zona Sul de Macapá (AP)

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Governo bloqueia R$ 518 milhões do Seguro Rural antes do novo Plano Safra

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O governo federal retirou R$ 56,3 milhões adicionais do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Com o bloqueio de R$ 461,7 milhões efetuado em 9 de junho, o total retido pelo Executivo alcança R$ 518 milhões — mais da metade do orçamento previsto para 2026. A medida tensiona as negociações a sete dias do lançamento do Plano Safra 2026/27, marcado para 1º de julho.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) contestou os cortes. O presidente da bancada, deputado Pedro Lupion, afirmou que a retenção reduz a proteção financeira do produtor e desconsidera o aumento da frequência de eventos climáticos extremos. Segundo a entidade, os sucessivos bloqueios evidenciam a falta de prioridade do governo para a resiliência do campo e o descumprimento de expectativas de aporte para o seguro.

O seguro rural atua como o principal mecanismo de transferência de risco para o agricultor. Com a redução da subvenção, o mercado projeta encarecimento das apólices e restrição na oferta de cobertura. Pequenos e médios produtores, dependentes do subsídio estatal para obter financiamento bancário, devem ser os mais afetados pela medida.

O Ministério da Agricultura (Mapa) justificou o contingenciamento como exigência das metas fiscais definidas pela Junta de Execução Orçamentária (JEO), admitindo que a disponibilidade de recursos reduz o alcance do programa para o novo ciclo agrícola.

A oposição ao bloqueio se concentra na tentativa de blindar o orçamento do setor. A FPA pressiona pela votação do projeto de lei da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que proíbe o contingenciamento do PSR. O tema será o principal ponto de embate durante o anúncio do Plano Safra na próxima semana, quando o setor cobrará medidas de recomposição para garantir a viabilidade dos investimentos para a safra 2026/27.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Frente fria traz geada ao Sul e atrasa colheita da safrinha no Centro-Sul

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O avanço de uma massa de ar polar de grande magnitude mantém o Centro-Sul do Brasil em alerta nesta quarta-feira (24.06). O que os meteorologistas chamam de “sistema frontal”, se desloca pelo território nacional, provocabo uma queda brusca nas temperaturas e temporais em áreas estratégicas para a produção agrícola, desafiando o cronograma da colheita do milho segunda safra (safrinha), que opera abaixo da média histórica.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a massa de ar frio deve levar geadas amplas a partes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, onde as mínimas podem atingir valores negativos nas áreas de serra. No Sudeste e Centro-Oeste, o impacto é sentido através de chuvas moderadas a fortes, que elevam o índice de umidade em regiões produtoras de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Para o setor, a instabilidade climática chega em um momento sensível. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que a colheita do milho 2025/26 alcançou 11% da área cultivada. O ritmo atual, embora supere o registrado no mesmo período da safra passada (10,3%), ainda é inferior à média dos últimos cinco anos, que gira em torno de 15%. A precipitação inesperada nestas áreas produtoras pode retardar a entrada de máquinas nas lavouras e impactar a umidade dos grãos, elevando os custos de secagem pós-colheita.

Além do milho, a pecuária é um dos segmentos mais expostos à virada climática. Em sistemas de produção de aves e suínos, a queda acentuada nos termômetros exige reforço imediato no manejo de conforto térmico para evitar perdas de produtividade e mortalidade de animais jovens.

No Mato Grosso, onde a colheita avançava de forma mais dinâmica, o monitoramento das condições de tráfego nas rotas de escoamento é a prioridade dos exportadores. O solo encharcado, aliado às temperaturas baixas, pode complicar o fluxo logístico para os portos do Arco Norte e do Sudeste.

Enquanto o Centro-Sul enfrenta o frio rigoroso, o Norte e o Nordeste mantêm um cenário meteorológico díspar. No Tocantins, o tempo permanece firme, com termômetros alcançando até 35°C, permitindo a continuidade plena dos trabalhos. No extremo Norte, contudo, a persistência de chuvas volumosas no Amapá e no Pará mantém o estado de alerta para produtores locais.

A meteorologia indica que o núcleo do ar frio deve se posicionar sobre o Sudeste nesta quinta-feira, 25, mantendo o risco de geadas em áreas produtoras de café e hortifrúti em Minas Gerais e São Paulo. Produtores devem focar, nas próximas 48 horas, na proteção de culturas sensíveis ao frio e na gestão da logística para minimizar os efeitos da instabilidade sobre a qualidade final do produto colhido.

Fonte: Pensar Agro

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