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Porto Velho

Viradão do Béra fica marcado pela acessibilidade em Porto Velho

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Espaço exclusivo, intérprete de libras, suporte sensorial, fogos com menos rúido foram os destaques

A Prefeitura de Porto Velho realizou o Viradão do Béra, o réveillon da cidade com programação que durou mais de 10 horas, na Avenida Farquar em frente à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. A festa reuniu música, shows, artistas locais e atração nacional para marcar a chegada de 2026, organizada pela gestão municipal e demais secretarias. A atração mais esperada foi o artista Tierry.

Atração mais esperada foi o artista TierryDurante o evento, a Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias) instalou a maior área inclusiva para pessoas com deficiência já vista em uma celebração do réveillon na cidade.

O espaço reservado ofereceu visibilidade direta ao palco e acesso sem barreiras físicas, com equipe de apoio especializada e intérprete de Libras para garantir participação plena de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.

Crianças e adultos com sensibilidade sonora receberam abafadores para os ouvidos, fones de ouvido para reduzir o impacto dos fogos e das atrações musicais, além de cuidados adaptados para pessoas com neurodivergência. Voluntários estiveram presentes para dar suporte durante toda a programação.

Estrutura foi montada em ponto estratégico do evento, na laterar do palco com visibilidade para todas as atraçõesA estrutura foi montada em ponto estratégico do evento, na laterar do palco com visibilidade para todas as atrações, permitindo que pessoas em cadeira de rodas e outros públicos com necessidades específicas acompanhassem as apresentações com conforto e segurança. A iniciativa integrou princípios de acessibilidade e inclusão nas políticas públicas municipais e ampliou oportunidades de participação social em um grande evento popular.

Para a secretária adjunta da Semias, Tércia Marília, a ação representa avanço concreto nas políticas de inclusão do município. “Nosso espaço foi pensado e projetado para pessoas com deficiência e neurodivergentes. Ver os autistas tranquilos, com os fones de ouvido oferecidos pela Prefeitura, respeitando a legislação, sem estampidos fortes, ver as pessoas em cadeira de rodas próximas ao palco, as pessoas surdas com intérprete de Libras, mostra que a inclusão é real em Porto Velho. A gente agradece à gestão municipal e à população por abraçar essa causa. Hoje existe pertencimento em Porto Velho.”

Léo Moraes lembrou que a inclusão não pode ser apenas discurso, mas prática constante em todas as políticas públicasO prefeito Léo Moraes lembrou que a inclusão não pode ser apenas discurso, mas prática constante em todas as políticas públicas. “Nosso compromisso é fazer de Porto Velho uma cidade para todos. O Viradão do Béra mostra que é possível realizar grandes eventos com respeito, acessibilidade e cuidado com as pessoas.”

Além de ampliar a inclusão nas festividades de fim de ano, a Prefeitura de Porto Velho orientou a população sobre o uso responsável de fogos de artifício. O evento oficial seguiu normas vigentes e adotou pirotecnia de baixo impacto sonoro para reduzir desconfortos auditivos em pessoas sensíveis e em animais, promovendo uma celebração mais segura e atenta às necessidades de diferentes públicos.

Texto: Francisco Costa
Fotos: José Carlos/ Isadora Estolano

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Porto Velho avança com obras de drenagem que eliminam pontos históricos de alagamento

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Ações da Prefeitura resolvem problemas antigos e garantem mobilidade

Cenário de vias intransitáveis está sendo substituído pela fluidez do tráfegoA realidade de quem vive e transita por Porto Velho está mudando, mesmo sob o rigor do período amazônico de chuvas. Graças a um planejamento estratégico da Prefeitura, intervenções em pontos críticos da capital têm garantido que chuvas, com alto volume de água, não resultem mais nos transtornos. O cenário de vias intransitáveis está sendo substituído pela fluidez do tráfego e pela segurança de moradores e comerciantes.

De acordo com o prefeito Léo Moraes, os trabalhos focam na solução de deficiências estruturais que persistiam há décadas. “É um trabalho contínuo para resolver problemas históricos, fazendo o básico, mas que nunca foi feito. O trabalho é diário e conectado com a realidade da população”, afirmou o prefeito Léo.

AÇÕES

Seinfra realizou uma redistribuição estratégica do fluxo pluvialPara retirar a capital rondoniense das piores posições nos índices de saneamento do país, a Prefeitura já aprovou um investimento superior a R$ 200 milhões em obras de drenagem no perímetro urbano.

Entre as principais frentes de trabalho, destacam-se:

Na avenida Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) realizou uma redistribuição estratégica do fluxo pluvial. Águas que sobrecarregam a via, vindas do bairro Agenor de Carvalho, agora são direcionadas para o bairro Lagoa, equilibrando o sistema e garantindo escoamento rápido.

Ronilson Pereira ressaltou que antes era necessário realizar desvios arriscados para evitar os pontos de inundação

No trecho entre as avenidas Nações Unidas e Brasília, na avenida Sete de Setembro, as manilhas antigas e desgastadas foram substituídas por tubos de 30 milímetros com tecnologia de maior resistência. A obra preventiva eliminou obstruções causadas por rompimentos na rede antiga.

O cruzamento da avenida José Vieira Caúla com Mamoré, na Zona Leste, a região, que historicamente sofria com inundações, apresentou um novo cenário após as últimas chuvas, mantendo-se totalmente trafegável para motoristas e pedestres.

Impacto Direto na Vida do Cidadão

 Para o André Gomes, o fim dos alagamentos representa a continuidade das atividades econômicasOs resultados das intervenções são celebrados por quem depende das vias para trabalhar. Relatos de moradores indicam que, onde antes o volume de água impedia a circulação, hoje o trânsito “passa tranquilo” e “desenvolve mais rápido”. “Antigamente aqui alagava bastante, hoje não alaga mais. É livre trânsito, graças a Deus”, afirmou Ronilson Pereira, trabalhador, ressaltando que antes era necessário realizar desvios arriscados para evitar os pontos de inundação.

Para o comércio local, o fim dos alagamentos representa a continuidade das atividades econômicas. “Uma chuva dessa, nessa hora nós estaríamos fechados e agora estamos aí na batalha, a chuva caiu e não alagou”, destacou outro André Gomes, trabalhador em atividade na avenida Rio de Janeiro.

A Prefeitura reforça que continuará monitorando os pontos críticos da cidade para executar novas ações de manutenção e ampliação da rede de drenagem

Texto: Maximus Vargas
Fotos: Júnior Costa

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Exposição geológica com apoio da Fiocruz é novidade no Parque Natural

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Museu reúne rochas e amplia opções de lazer e educação ambiental na capital

Conhecer a formação da Terra ajuda a entender melhor o universo em que vivemos, explica Walan PachecoO Museu do Parque Natural de Porto Velho vem se consolidando como uma alternativa de lazer e conhecimento para a população. Localizado em uma área de floresta dentro do perímetro urbano, o espaço tem atraído famílias e contribuído para aproximar crianças e jovens do contato com a natureza.

Coordenado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), o Parque Natural recebeu, nesta semana, uma exposição geológica com diferentes tipos de rochas, material que compõe cerca de 80% do planeta Terra.

De acordo com o professor de Física do Instituto Federal de Rondônia (Ifro), Walan Pacheco, a iniciativa contribui para ampliar a compreensão sobre a formação do planeta. “Quando falamos do sistema solar, muitas vezes esquecemos que vivemos no planeta mais rochoso entre todos. Conhecer a formação da Terra ajuda a entender melhor o universo em que vivemos”.

A população está convidada a utilizar todo o espaço de forma gratuita, destacou Vinicius Miguel

Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Vinicius Miguel, o Parque Natural tem recebido atenção especial por ser um espaço de convivência e de contato direto com a natureza do bioma amazônico. “Estamos recebendo materiais que vão enriquecer de forma permanente o museu do Parque Natural, ampliando o conhecimento da comunidade sobre o nosso território. A população está convidada a utilizar todo o espaço de forma gratuita”.

O Museu do Parque Natural de Porto Velho funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A exposição conta com o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Texto: João Paulo Prudêncio
Imagens: José Carlos

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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