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Porto Velho

Semtran encerra atividades do Maio Amarelo com ação educativa na escola Bom Princípio, na capital

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A educação é fundamental para promover a segurança no trânsito

Ação contou com palestras, dinâmicas lúdicas e orientações práticasA programação de encerramento da Campanha Maio Amarelo realizada pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran), aconteceu nesta sexta-feira (30) com uma série de atividades educativas na Escola Municipal Bom Princípio, no bairro Tancredo Neves, para mais de 230 alunos do período matutino. A ação teve como objetivo conscientizar as crianças sobre a importância da segurança no trânsito e como se comportar de forma segura.

A ação contou com palestras, dinâmicas lúdicas e orientações práticas conduzidas pelo agente municipal de trânsito Eduardo Ardaia, que destacou a importância da formação cidadã dos pequenos pedestres e ciclistas. A garotada teve participação entusiasmada nas dinâmicas e atividades lúdicas animados pelo agente de trânsito Eduardo Ardaia, os palhaços Lélé e Bozó e ainda os bonecos Semtranzinho e Semtranzinha. A programação também incluiu números de mágica e sorteio de brindes.

“Trabalhamos com temas como o uso correto da faixa de pedestres, os cuidados ao andar de bicicleta, a utilização do capacete e a importância do respeito às normas de trânsito. A ideia é que essas crianças levem esse conhecimento também para casa e contribuam com a mudança de comportamento no trânsito”, explicou Ardaia.

Eduardo Ardaia destacou a importância da formação cidadã dos pequenos pedestres e ciclistas“Durante o mês de maio, a Semtran realizou diversas ações, incluindo pit-stops, blitz e palestras em empresas e eventos com o objetivo de orientar os condutores e pedestres sobre comportamentos seguros no trânsito, como o uso do cinto de segurança, a não utilização do celular ao volante e a travessia segura”, pontuou Iremar Torres, secretário da Semtran.

O prefeito Léo Moraes destacou as ações da Semtran durante todo este mês como parte da Campanha Maio Amarelo. “Estamos engajados e trabalhando com o objetivo de construir um trânsito menos violento. A educação é fundamental para promover a segurança no trânsito para motoristas e pedestres. Nossa expectativa é que consigamos conscientizar nossa população da necessidade de se respeitar as sinalizações, as regras de trânsito, porque desta forma estamos preservando vidas”, disse.

COMPORTAMENTOS SEGUROS

Coordenadora de Educação de Trânsito da Semtran, Nathielli MartinsA agente de Trânsito da Semtran, Nathielli Martins, que coordenou as ações da campanha, falou sobre o Maio Amarelo, um movimento internacional que visa reduzir os acidentes de trânsito. “A campanha teve como foco principal o pedestre, considerado o mais vulnerável no trânsito. A Semtran promoveu a implantação do sinal de vida, um gesto que o pedestre faz com a mão para indicar que vai atravessar a rua. A expectativa é que as pessoas mudem o comportamento no trânsito e passem a respeitar melhor as regras”, explicou Nathielli.

De acordo com o titular da Semtran, a Campanha Maio Amarelo é uma iniciativa importante para promover a educação e conscientização sobre segurança no trânsito. A Semtran continuará trabalhando para promover a segurança no trânsito em todas as escolas e comunidades de Porto Velho.

Gestora da Escola Bom Princípio, Maria da Cruz Silva

A gestora da Escola Bom Princípio, Maria da Cruz Silva, destacou a importância da campanha e da escolha da escola como local de encerramento. “É de muita importância essa conscientização sobre segurança no trânsito. Para a escola, é muito aprendizado, porque ensinar nossas crianças é garantir o futuro da nossa sociedade”, afirmou.

Maria da Cruz também enfatizou que a campanha é fundamental para a escola e os alunos, pois ensina as crianças a respeitar as regras de trânsito e a se comportar de forma segura. “Com eles, os pais também serão orientados sobre a importância da segurança no trânsito”.

MAIO AMARELO

Com o tema Mobilidade Humana, Responsabilidade Humana, o movimento Maio Amarelo é uma campanha internacional que, mais uma vez, tem como proposta mobilizar e sensibilizar toda a sociedade para reduzir os índices de mortes e feridos no trânsito das cidades do mundo inteiro, por meio de parceria entre o poder público e a população em geral.

Texto: Humberto Oliveira
Foto: Humberto Oliveira

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Marcos Freire e Ronaldo Aragão recebem força-tarefa de limpeza e manutenção urbana

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Ação da Prefeitura intensifica serviços de zeladoria, promove saúde pública e melhora a qualidade de vida da população

Iniciativa visa reforçar a saúde pública e garantir mais qualidade de vida para os moradoresOs bairros Marcos Freire e Ronaldo Aragão estão recebendo uma grande ação de limpeza e manutenção urbana, por meio da Secretaria da secretaria Municipal de infraestrutura (Seinfra). A iniciativa tem como objetivo reforçar a saúde pública e garantir mais qualidade de vida para os moradores das duas localidades.

Os trabalhos contemplam uma série de serviços essenciais, como roço, rastelagem, limpeza e pintura de meio-fio, além da limpeza completa de calçadas. As equipes também atuam no recolhimento de entulhos descartados irregularmente, contribuindo para a eliminação de focos de sujeira e possíveis criadouros de insetos.

Para dar mais agilidade e eficiência às ações, está sendo utilizada a capinadeira, máquina específica para a remoção de mato em vias e espaços públicos. O equipamento permite alcançar áreas de difícil acesso e garante um acabamento mais uniforme, complementando o trabalho realizado manualmente.

Trabalhos contemplam uma série de serviços essenciaisA força-tarefa une trabalho manual e o uso de maquinários, assegurando que todas as etapas da limpeza sejam executadas de forma criteriosa. A atuação integrada das equipes possibilita atender ruas, calçadas, canteiros e demais espaços de circulação da população.

O secretário executivo de Serviços Básicos, Giovani Marini, destacou a importância da ação para os bairros atendidos.

“Estamos intensificando os serviços de limpeza e manutenção para garantir ambientes mais organizados, seguros e agradáveis para a população. Esse trabalho reflete o compromisso da gestão em cuidar da cidade e atender as demandas dos moradores”, afirmou.

Segundo Marini, o cronograma de limpeza segue de forma contínua e outros bairros também receberão ações semelhantes. A orientação é para que a população colabore, evitando o descarte irregular de entulhos e resíduos em vias públicas.

A Prefeitura reforça que os serviços de limpeza urbana são fundamentais não apenas para a estética da cidade, mas também para a prevenção de doenças e a valorização dos bairros. Com ações como essa, a gestão municipal reafirma seu compromisso com o bem-estar da população e a manutenção dos espaços públicos.

Texto: Thaís Alves
Foto: Thaís Alves

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Casa de Passagem Esperança transforma dados em dignidade no acolhimento a migrantes

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ADRA atendeu em três meses 148 migrantes e refugiados, ofertou quase 7 mil refeições e garantiu encaminhamentos sociais, de saúde e trabalho

Casa de Passagem registrou 148 acolhimentos, com média mensal aproximada de 49 atendimentosA Prefeitura de Porto Velho, em parceria com a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), consolida uma política pública estruturada e humanizada de acolhimento a migrantes e refugiados em situação de vulnerabilidade social. Os dados do Relatório Trimestral da Casa de Passagem Esperança evidenciam a dimensão e a efetividade do trabalho desenvolvido no município.

Localizada na Rua Nova Petrópolis, nº 9207, no bairro Cascalheira, zona Leste da capital, a Casa de Passagem Esperança é um serviço de proteção social de alta complexidade, com capacidade para acolher até 50 migrantes e refugiados estrangeiros. O espaço atua na prevenção do agravamento de situações de negligência, violência e ruptura de vínculos, promovendo a convivência comunitária e o acesso à rede socioassistencial, às políticas públicas setoriais e aos órgãos de garantia de direitos.

Até o fechamento do relatório, a Casa de Passagem registrou 148 acolhimentos, com média mensal aproximada de 49 atendimentos, demonstrando resposta contínua à crescente demanda migratória em Porto Velho. Desse total, 92 acolhidos são homens e 56 mulheres, com atendimento adaptado às necessidades específicas de cada grupo, sempre com respeito, equidade e dignidade.

Perfil dos acolhidos

Casa de Passagem Esperança tem capacidade para acolher até 50 migrantes e refugiados estrangeirosEntre setembro e novembro de 2025, foram acolhidos 146 migrantes, além de dois acolhimentos remanescentes de projeto anterior, com destaque para o mês de outubro, que concentrou 76 acolhimentos. O público atendido abrange todas as faixas etárias, incluindo 47 menores de idade e 4 idosos, grupos que demandam acompanhamento de maior complexidade.

Dos 148 acolhimentos realizados, 29 foram de núcleos familiares e 49 de pessoas acolhidas individualmente, mostrando que a Casa de Passagem Esperança é referência em acolhimento seguro, inclusivo e humanizado.

A diversidade de nacionalidades também marca o serviço. A maioria dos acolhidos é oriunda de países da América Latina, com predominância de venezuelanos. Os dados apontam a seguinte distribuição:

Venezuela: 110

Colômbia: 14

Peru: 7

Brasil*: 5

Chile: 3

Equador: 3

Uruguai: 2

Argentina: 1

Cuba: 1

Eritreia: 1

Libéria: 1

Os acolhidos brasileiros são filhos de estrangeiros em situação de migração.

Estrutura, serviços e alimentação

Casa de Passagem Esperança é referência em acolhimento seguro, inclusivo e humanizadoA Casa de Passagem Esperança conta com uma equipe multidisciplinar composta por 1 coordenador, 1 assistente de projeto, 2 assistentes sociais, 1 psicóloga, 1 assistente administrativo, 12 educadores sociais, 2 cozinheiras, 2 auxiliares de cozinha, 4 vigilantes, 2 motoristas, 2 profissionais de serviços gerais e 1 auxiliar de jardinagem.

Entre os serviços ofertados estão alojamento com 50 vagas, três refeições diárias, atendimento social e psicológico, encaminhamentos para serviços públicos, transporte, lavanderia e espaço para cursos e atividades.

No período analisado, foram servidas 6.913 refeições, com alimentação saudável e balanceada, além da distribuição de 737 doações, incluindo roupas, calçados, kits de higiene e brinquedos, garantindo condições básicas de dignidade aos acolhidos.

Atendimento psicossocial

Casa de Passagem Esperança conta com uma equipe multidisciplinarO relatório aponta que 141 acolhidos receberam atendimento psicológico, com 62 atendimentos individuais e 14 encaminhamentos para unidades de saúde. Ao longo do trimestre, foram realizadas 18 ações de reflexão e psicoeducação, fortalecendo o cuidado emocional e o acolhimento humanizado.

Na área social, foram registrados 129 atendimentos individuais, com 71 encaminhamentos para unidades de saúde, 39 encaminhamentos para órgãos públicos e 74 encaminhamentos para atendimentos sociais. Também foram emitidas 90 declarações e promovidas 18 ações sociais, com foco na orientação sobre direitos, deveres, regularização documental e acesso a políticas públicas.

Autonomia, trabalho e novos recomeços

Um dos pilares do trabalho desenvolvido é a promoção da autonomia dos migrantes e refugiados. Todos os profissionais atuam diariamente na construção de oportunidades, por meio da confecção de currículos, mediação para inserção no mercado de trabalho formal e informal e apoio para acesso à moradia.

Os resultados incluem a elaboração de 200 currículos, 33 inserções em trabalho formal, 65 em trabalho informal e 18 casos de aluguel de moradia, garantindo condições para que os acolhidos possam reconstruir suas vidas com dignidade.

Entre setembro e novembro de 2025, a Casa de Passagem Esperança realizou o desligamento de 103 acolhidos, assegurando que todos deixassem o serviço com o suporte necessário para um novo começo. Desses, 47 permaneceram na Região Norte, 15 seguiram para o Centro-Oeste, 10 para o Sudeste, 6 para a Região Sul, 22 retornaram à Venezuela e 3 não informaram o destino.

Os dados mostram ainda que 112 acolhidos relataram estar apenas de passagem por Porto Velho. Para os 18 que optaram por permanecer na capital, a Prefeitura, em parceria com a instituição, ofereceu acompanhamento até a estabilização social e econômica.

Texto: Jhon Silva
Fotos: Júnior Costa

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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