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Rondônia

Rondônia registra PIB de R$ 76,4 bilhões e se mantém entre as maiores economias da Região Norte

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Desempenho é impulsionado pelo fortalecimento das cadeias produtivas do agronegócio, ampliação da produção de grãos e consolidação de Rondônia como importante exportador de carne bovina, soja e milho

A economia de Rondônia apresentou mais um ano de expansão em 2023. Dados elaborados pela Gerência de Estudos e Análise Socioeconômica (GEA) da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), com base nas Contas Regionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) do estado alcançou R$ 76,456 bilhões. A série histórica completa do PIB de 2002 a 2023, utilizada nesta análise, está disponível no arquivo em anexo para consulta pública. O resultado representa um crescimento nominal de 14,46% em relação a 2022, mantendo Rondônia como a terceira maior economia da Região Norte, atrás apenas do Pará e do Amazonas.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o estado cresce com responsabilidade, ampliando oportunidades e gerando renda. Os dados confirmam que Rondônia vive um ciclo consistente de expansão, através do agronegócio, indústria de alimentos e setor de serviços. “Esse desempenho é fruto de um trabalho conjunto entre os órgãos do governo, do empreendedorismo do nosso povo e de investimentos que tornam o ambiente de negócios cada vez mais favorável em Rondônia”, ressaltou.

CRESCIMENTO ACUMULADO 

Entre 2002 e 2023, o PIB estadual passou de R$ 7,468 bilhões para R$ 76,456 bilhões, evolução que supera 10 vezes o valor inicial. Apenas nos últimos cinco anos, entre 2019 e 2023, Rondônia registrou avanço nominal acumulado de 62,37%, o maior percentual entre os estados da Região Norte. O desempenho é impulsionado principalmente pelo fortalecimento das cadeias produtivas do agronegócio, pela ampliação da produção de grãos e pela consolidação de Rondônia como importante exportador de carne bovina, soja e milho.

PER CAPITA ACIMA DA MÉDIA 

Entre 2002 e 2023, o PIB estadual passou de R$ 7,468 bilhões para R$ 76,456 bilhões, evolução que supera 10 vezes o valor inicial

Em 2023, o estado registrou PIB per capita de R$ 48.353,38, resultado que supera a média da Região Norte (R$ 36.678,53); aproxima-se do valor nacional (R$ 53.886,67); e é o maior PIB per capita entre os estados nortistas.

AGROPECUÁRIA AVANÇA

A evolução do Valor Adicionado Bruto (VAB) mostra que:

  • Serviços seguem como principal componente da economia (62,1% em 2023);
  • Indústria mantém participação estável (19%);
  • Agropecuária apresentou o maior crescimento, passando de 10,8% (2002) para 18,9% (2023).

PRODUÇÃO COMO EIXO CENTRAL

O VAB estadual alcançou R$ 67,979 bilhões em 2023 (88,9% do PIB). Já a arrecadação de impostos totalizou R$ 8,477 bilhões. Entre 2019 e 2023: o VAB cresceu R$ 25,942 bilhões e os impostos aumentaram R$ 3,423 bilhões. O resultado demonstra que o crescimento econômico tem origem predominante no aumento da produção e, não apenas na elevação da arrecadação tributária.

PARTICIPAÇÃO NO PIB NACIONAL

Rondônia respondeu por 0,7% do PIB brasileiro em 2023, participação que se mantém estável e confirma o estado como economia estratégica dentro da Região Norte. A secretária da Sepog, Beatriz Basílio, destacou que os indicadores reforçam a consistência do desempenho estadual. “Esse avanço confirma a maturidade da economia rondoniense e demonstra o impacto do planejamento estratégico e das ações integradas do governo. Seguiremos fortalecendo políticas públicas que estimulem produtividade, competitividade e desenvolvimento sustentável”, afirmou.

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Fonte: Governo RO

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Rondônia

Rondônia tem um dos governos mais responsáveis do Brasil nas finanças

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Resultado sinaliza que o governo do estado tem sido um dos mais responsáveis e organizados do Brasil no cuidado com as finanças

Rondônia ocupa a 4ª posição  no ranking nacional de liquidez, o que significa que o governo do estado tem recurso para pagar salários e fornecedores em dia, fazer a manutenção dos serviços e melhorias importante para a população, e ainda têm fôlego financeiro para crescer e inovar.

O saldo de Rondônia é um dos mais positivos do Brasil devido a responsabilidade do governo de Rondônia

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destaca que esse resultado sinaliza que o estado tem sido um dos mais responsáveis e organizados do Brasil no cuidado com as finanças, o que reflete nessa nova fase que o estado passa de evolução e conquistas inéditas

“É um sinal de que o dinheiro público está sendo bem administrado, com responsabilidade e destinação correta para melhorar a qualidade de vida da população. O governo consegue pagar as contas e há recursos para obras de infraestrutura e melhorias dos serviços oferecidos aos cidadãos”, garante Marcos Rocha.

RESULTADO

Essa pesquisa é realizada pelo Centro de Liderança Pública (CLP), que usa o “Índice de Liquidez” para medir a eficiência e solidez fiscal dos governos.

​O cálculo é bem simples: o CLP pega tudo que o estado tem de dinheiro e divide por tudo o que o estado tem para pagar no curto prazo (dívidas e obrigações). O saldo de Rondônia é um dos mais positivos do Brasil. O estado tem mais ”dinheiro no bolso” do que precisa para cobrir as dividas imediatas.

🇧🇷 Ranking de Liquidez dos Estados Brasileiros 

| 1 | Santa Catarina | 5,5% |
| 2 | Goiás | 5,8% |
| 3 | Paraná | 6,9% |
| 4 | Rondônia | 9,4% |
| 5 | Paraíba | 9,8% |
| 6 | Espírito Santo | 14,3% |
| 7 | Mato Grosso | 14,9% |
| 8 | Roraima | 15,2% |
| 9 | Amazonas | 15,4% |
| 10 | Ceará | 16,0% |
| 11 | Sergipe | 22,2% |
| 12 | Maranhão | 23,5% |
| 13 | Pará | 25,2% |
| 14 | Rio de Janeiro | 25,9% |
| 15 | Pernambuco | 39,6% |
| 16 | São Paulo | 44,9% |
| 17 | Mato Grosso do Sul | 48,8% |
| 18 | Bahia | 54,0% |
| 19 | Piauí | 58,8% |
| 20 | Tocantins | 61,9% |
| 21 | Amapá | 70,6% |
| 22 | Distrito Federal | 75,7% |
| 23 | Alagoas | 88,3% |
| 24 | Acre* | 132,3% |
| 24 | Minas Gerais* | -650,0% |
| 24 | Rio Grande do Norte* | 1263,1% |
| 24 | Rio Grande do Sul* | 703,0% |

Observação: Quanto maior o indicador, pior, pois significa que o estado tem mais obrigações a pagar do que dinheiro disponível.

(Fonte: CLP https://www.instagram.com/p/DR5RbiFkbPM/?igsh=MTEwajYyNm1zb25xdg%3D%3D)

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Fonte: Governo RO

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Rondônia

Governo de RO realizou 7.394 atendimentos em saúde para comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas em 2025

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Os atendimentos envolvem consultas, exames e encaminhamentos e, em casos graves, encaminhamentos para as  unidades de saúde

Com o objetivo de promover assistência integral em saúde, o governo de Rondônia, por meio da Unidade de Saúde Social e Fluvial Walter Bártolo (USSFWB), da Unidade fluvial da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) e deslocamentos terrestres,  realizou 4 missões em saúde, totalizando 7.394 atendimentos, entre procedimentos e dispensa de medicamentos às comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas ao longo deste ano, além da entrega de 360 kits de higiene.

As localidades atendidas incluem Pimenteiras, Porto Rolim, Pedras Negras, Santo Antônio, Santa Fé, Forte Príncipe, além das comunidades indígenas de Santo André, Tanajura, Aldeia Rio Negro Ocaia e comunidades quilombolas ao longo dos rios Guaporé, Mamoré, e Pacaás Novos.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha essas missões simbolizam a tarefa de cuidar das pessoas. “Levar atendimento médico e assistência às comunidades ribeirinhas e indígenas é garantir dignidade e respeito. Estamos empenhados para que nenhum cidadão fique sem acesso à saúde, seja na capital ou nas regiões mais distantes do nosso estado”, salienta. 

Durante os atendimentos das missões, casos diagnosticados graves foram encaminhados por médicos para unidades estaduais mais próximas para tratamento e acompanhamento necessário. 

O Secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha destaca a importância da unidade fluvial para o atendimento de comunidades. “Nossa gestão está empenhada no apoio as comunidades e em levar atendimentos em saúde e assistência para todo o estado”. 

A equipe das missões foi composta por médicos pediatras, ortopedistas, ginecologistas, obstétricos, clínicos gerais, psicólogos e farmacêuticos e, além dos profissionais de saúde, recreadores também participaram das atividades, oferecendo acolhimento e apoio às comunidades.

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Fonte: Governo RO

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