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Porto Velho

Prefeitura vai renovar parceria com o Consórcio Intermunicipal de Saneamento da Região Central de Rondônia (Cisan)

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Objetivo é fortalecer a fiscalização sanitária e proporcionar mais segurança alimentar aos produtos de origem animal

Minuta do termo já está sendo finalizada pela equipe técnica da Semagric, que tem se reunido para tratar de todos os detalhesCom o objetivo de fomentar e fortalecer as agroindústrias locais, além de abrir novos mercados e expandir a comercialização para outros municípios de Rondônia, a Prefeitura de Porto Velho anunciou, na quinta-feira (9), a intenção de renovar a parceria com o Consórcio Intermunicipal de Saneamento da Região Central de Rondônia (Cisan).

A colaboração será viabilizada por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), cuja minuta do termo já está sendo finalizada pela equipe técnica, que tem se reunido para tratar de todos os detalhes.

“Os consórcios intermunicipais visam otimizar a gestão de serviços e políticas públicas em diversas áreas, incluindo a fiscalização sanitária. No caso do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal, esses consórcios têm ganhado destaque por sua capacidade de unir forças, conhecimentos e recursos de várias cidades, o que facilita o processo de fiscalização e aumenta a eficiência na aplicação das normas”, disse o secretário Rodrigo Ribeiro.

Ele explica que Porto Velho conta com o Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SIM), que assegura a qualidade e segurança alimentar em relação ao consumo de carnes, leite, ovos e queijos, entre outros. Ele é essencial para que os produtos cheguem à mesa do consumidor livres de qualquer risco à saúde.

“Para melhorar a eficácia dessa fiscalização, muitos municípios têm optado por firmar parcerias através de consórcios intermunicipais. Esses consórcios são uma forma de cooperação entre diferentes municípios, permitindo que eles compartilhem recursos e responsabilidades para promover uma fiscalização mais eficiente e abrangente de produtos de origem animal”, acrescentou o secretário.

CODORNAS

Primeiro abatedouro de codornas de Rondônia coloca Porto Velho na vanguarda dessa cadeia produtivaNesse sentido, o SIM deu um importante passo para fortalecer o setor alimentício da região ao regularizar, junto ao Cisan, o primeiro abatedouro de codornas de Rondônia. A iniciativa não só coloca Porto Velho na vanguarda dessa cadeia produtiva, mas também abre novas perspectivas de comercialização para produtos derivados dessa espécie, beneficiando diretamente diversos municípios da região.

Em conformidade com as exigências sanitárias e regulamentações municipais, por meio do Cisan, o abatedouro de codornas poderá expandir sua área de atuação e comercializar seus produtos para várias cidades rondonienses, incluindo Alto Paraíso, Ariquemes, Buritis, Cacaulândia e Campo Novo de Rondônia, entre tantas outras.

IMPACTO

Com ampliação da área de atuação, haverá crescimento econômico da indústria local, fortalece o agronegócio no estado e proporciona mais alternativas para o abastecimento regional de produtos de origem animal certificados. Além disso, o acesso a um mercado mais amplo, pode incentivar o aumento da produção e o investimento em melhorias na qualidade dos produtos.

SIM E CISAN

Para Rodrigo Ribeiro, a atuação do SIM junto ao Cisan foi fundamental para que o abatedouro atendesse às exigências sanitárias necessárias, o que proporcionou a legalização do estabelecimento.

A fiscalização e regularização dos estabelecimentos de abate de animais são fundamentais para garantir que os produtos atendam aos elevados padrões de higiene e segurança alimentar. Esses processos contribuem para a proteção da saúde pública, além de assegurar a rastreabilidade e a qualidade dos alimentos oferecidos à população.

“A parceria entre os municípios através do consórcio facilita a ampliação da capacidade de fiscalização e promove a padronização de processos em toda a região, tornando o sistema de inspeção mais eficiente e acessível”, pontuou.

PERSPECTIVA

Porto Velho e os municípios da região ganham um importante impulso econômico com a expansão e o fortalecimento do mercado de codornas, o que poderá atrair mais investimentos e até mesmo estimular o crescimento de outros segmentos do setor produtivo, tendo em vista Rondônia ser um polo relevante de produtos de origem animal, tanto no mercado regional quanto nacional.

A parceria entre Sim e Cisan, de acordo com o secretário da Semagric, também abre caminho para uma expansão sustentável da economia local. Desta forma, “a região tem o potencial de se destacar no cenário agropecuário e alimentar do Brasil, especialmente com a adesão ao SISBI, que é o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal”, finalizou.

Texto: Augusto Soares
Foto: Semagric

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Marcos Freire e Ronaldo Aragão recebem força-tarefa de limpeza e manutenção urbana

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Ação da Prefeitura intensifica serviços de zeladoria, promove saúde pública e melhora a qualidade de vida da população

Iniciativa visa reforçar a saúde pública e garantir mais qualidade de vida para os moradoresOs bairros Marcos Freire e Ronaldo Aragão estão recebendo uma grande ação de limpeza e manutenção urbana, por meio da Secretaria da secretaria Municipal de infraestrutura (Seinfra). A iniciativa tem como objetivo reforçar a saúde pública e garantir mais qualidade de vida para os moradores das duas localidades.

Os trabalhos contemplam uma série de serviços essenciais, como roço, rastelagem, limpeza e pintura de meio-fio, além da limpeza completa de calçadas. As equipes também atuam no recolhimento de entulhos descartados irregularmente, contribuindo para a eliminação de focos de sujeira e possíveis criadouros de insetos.

Para dar mais agilidade e eficiência às ações, está sendo utilizada a capinadeira, máquina específica para a remoção de mato em vias e espaços públicos. O equipamento permite alcançar áreas de difícil acesso e garante um acabamento mais uniforme, complementando o trabalho realizado manualmente.

Trabalhos contemplam uma série de serviços essenciaisA força-tarefa une trabalho manual e o uso de maquinários, assegurando que todas as etapas da limpeza sejam executadas de forma criteriosa. A atuação integrada das equipes possibilita atender ruas, calçadas, canteiros e demais espaços de circulação da população.

O secretário executivo de Serviços Básicos, Giovani Marini, destacou a importância da ação para os bairros atendidos.

“Estamos intensificando os serviços de limpeza e manutenção para garantir ambientes mais organizados, seguros e agradáveis para a população. Esse trabalho reflete o compromisso da gestão em cuidar da cidade e atender as demandas dos moradores”, afirmou.

Segundo Marini, o cronograma de limpeza segue de forma contínua e outros bairros também receberão ações semelhantes. A orientação é para que a população colabore, evitando o descarte irregular de entulhos e resíduos em vias públicas.

A Prefeitura reforça que os serviços de limpeza urbana são fundamentais não apenas para a estética da cidade, mas também para a prevenção de doenças e a valorização dos bairros. Com ações como essa, a gestão municipal reafirma seu compromisso com o bem-estar da população e a manutenção dos espaços públicos.

Texto: Thaís Alves
Foto: Thaís Alves

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Casa de Passagem Esperança transforma dados em dignidade no acolhimento a migrantes

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ADRA atendeu em três meses 148 migrantes e refugiados, ofertou quase 7 mil refeições e garantiu encaminhamentos sociais, de saúde e trabalho

Casa de Passagem registrou 148 acolhimentos, com média mensal aproximada de 49 atendimentosA Prefeitura de Porto Velho, em parceria com a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), consolida uma política pública estruturada e humanizada de acolhimento a migrantes e refugiados em situação de vulnerabilidade social. Os dados do Relatório Trimestral da Casa de Passagem Esperança evidenciam a dimensão e a efetividade do trabalho desenvolvido no município.

Localizada na Rua Nova Petrópolis, nº 9207, no bairro Cascalheira, zona Leste da capital, a Casa de Passagem Esperança é um serviço de proteção social de alta complexidade, com capacidade para acolher até 50 migrantes e refugiados estrangeiros. O espaço atua na prevenção do agravamento de situações de negligência, violência e ruptura de vínculos, promovendo a convivência comunitária e o acesso à rede socioassistencial, às políticas públicas setoriais e aos órgãos de garantia de direitos.

Até o fechamento do relatório, a Casa de Passagem registrou 148 acolhimentos, com média mensal aproximada de 49 atendimentos, demonstrando resposta contínua à crescente demanda migratória em Porto Velho. Desse total, 92 acolhidos são homens e 56 mulheres, com atendimento adaptado às necessidades específicas de cada grupo, sempre com respeito, equidade e dignidade.

Perfil dos acolhidos

Casa de Passagem Esperança tem capacidade para acolher até 50 migrantes e refugiados estrangeirosEntre setembro e novembro de 2025, foram acolhidos 146 migrantes, além de dois acolhimentos remanescentes de projeto anterior, com destaque para o mês de outubro, que concentrou 76 acolhimentos. O público atendido abrange todas as faixas etárias, incluindo 47 menores de idade e 4 idosos, grupos que demandam acompanhamento de maior complexidade.

Dos 148 acolhimentos realizados, 29 foram de núcleos familiares e 49 de pessoas acolhidas individualmente, mostrando que a Casa de Passagem Esperança é referência em acolhimento seguro, inclusivo e humanizado.

A diversidade de nacionalidades também marca o serviço. A maioria dos acolhidos é oriunda de países da América Latina, com predominância de venezuelanos. Os dados apontam a seguinte distribuição:

Venezuela: 110

Colômbia: 14

Peru: 7

Brasil*: 5

Chile: 3

Equador: 3

Uruguai: 2

Argentina: 1

Cuba: 1

Eritreia: 1

Libéria: 1

Os acolhidos brasileiros são filhos de estrangeiros em situação de migração.

Estrutura, serviços e alimentação

Casa de Passagem Esperança é referência em acolhimento seguro, inclusivo e humanizadoA Casa de Passagem Esperança conta com uma equipe multidisciplinar composta por 1 coordenador, 1 assistente de projeto, 2 assistentes sociais, 1 psicóloga, 1 assistente administrativo, 12 educadores sociais, 2 cozinheiras, 2 auxiliares de cozinha, 4 vigilantes, 2 motoristas, 2 profissionais de serviços gerais e 1 auxiliar de jardinagem.

Entre os serviços ofertados estão alojamento com 50 vagas, três refeições diárias, atendimento social e psicológico, encaminhamentos para serviços públicos, transporte, lavanderia e espaço para cursos e atividades.

No período analisado, foram servidas 6.913 refeições, com alimentação saudável e balanceada, além da distribuição de 737 doações, incluindo roupas, calçados, kits de higiene e brinquedos, garantindo condições básicas de dignidade aos acolhidos.

Atendimento psicossocial

Casa de Passagem Esperança conta com uma equipe multidisciplinarO relatório aponta que 141 acolhidos receberam atendimento psicológico, com 62 atendimentos individuais e 14 encaminhamentos para unidades de saúde. Ao longo do trimestre, foram realizadas 18 ações de reflexão e psicoeducação, fortalecendo o cuidado emocional e o acolhimento humanizado.

Na área social, foram registrados 129 atendimentos individuais, com 71 encaminhamentos para unidades de saúde, 39 encaminhamentos para órgãos públicos e 74 encaminhamentos para atendimentos sociais. Também foram emitidas 90 declarações e promovidas 18 ações sociais, com foco na orientação sobre direitos, deveres, regularização documental e acesso a políticas públicas.

Autonomia, trabalho e novos recomeços

Um dos pilares do trabalho desenvolvido é a promoção da autonomia dos migrantes e refugiados. Todos os profissionais atuam diariamente na construção de oportunidades, por meio da confecção de currículos, mediação para inserção no mercado de trabalho formal e informal e apoio para acesso à moradia.

Os resultados incluem a elaboração de 200 currículos, 33 inserções em trabalho formal, 65 em trabalho informal e 18 casos de aluguel de moradia, garantindo condições para que os acolhidos possam reconstruir suas vidas com dignidade.

Entre setembro e novembro de 2025, a Casa de Passagem Esperança realizou o desligamento de 103 acolhidos, assegurando que todos deixassem o serviço com o suporte necessário para um novo começo. Desses, 47 permaneceram na Região Norte, 15 seguiram para o Centro-Oeste, 10 para o Sudeste, 6 para a Região Sul, 22 retornaram à Venezuela e 3 não informaram o destino.

Os dados mostram ainda que 112 acolhidos relataram estar apenas de passagem por Porto Velho. Para os 18 que optaram por permanecer na capital, a Prefeitura, em parceria com a instituição, ofereceu acompanhamento até a estabilização social e econômica.

Texto: Jhon Silva
Fotos: Júnior Costa

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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