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Porto Velho

Prefeitura de Porto Velho realiza capacitação de famílias voluntárias ao Serviço Família Acolhedora

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Treinamento começou na noite de segunda-feira (5) e se estende até esta quarta-feira (7)

Lucas Veiga, agradeceu ao prefeito Léo Moraes pelo apoio dado ao trabalho da Assistência Social do municípioA Prefeitura de Porto Velho, via Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), junto ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), deu início, na segunda-feira (5), no auditório do Creas, a capacitação às famílias voluntárias ao Serviço Família Acolhedora. A capacitação continua nesta terça-feira (6) e encerra na quarta-feira (7).

Na abertura da capacitação, a gerente do Serviço Família Acolhedora, Magda Santos, deu boas-vindas a todas as famílias voluntárias inscritas e passou a palavra a diretora de Proteção Social Especial (DPSE), Karla Feitosa, que apresentou a todos, os gerentes e coordenadores das Unidades de Acolhimento da secretaria e as conselheiras (os) tutelares que estavam presentes.

O assessor de gabinete da Semasf, Lucas Veiga, agradeceu ao prefeito Léo Moraes pelo apoio dado ao trabalho da Assistência Social do município e em nome da secretária da Semasf, Lucília Muniz de Queiroz, a quem representava no ato, agradeceu às famílias voluntárias e desejou a todos que a capacitação promova muito conhecimento e que esse conhecimento produza muitos frutos.

ADESÃO

Capacitação para ser uma família acolhedora é um processo de preparaçãoMagda Santos informou que o Serviço Família Acolhedora tem o seu aceitamento num permanente crescimento, a cada capacitação realizada, as inscrições de famílias interessadas aumentam. Nesta, por exemplo, foram 45 inscrições, número superior e quase o dobro da capacitação anterior.

Gilberto Júnior, empresário, faz parte de uma das famílias inscritas para a capacitação. Ele informou que teve conhecimento do serviço pela sua esposa e juntos resolveram participar. “Nós decidimos assumir uma criança para ajudar quem mais precisa. Como eu já trabalho com crianças onde moro, resolvemos, assumir o serviço e ajudar quem está mais precisando”. Perguntado, por que a atitude de assumir uma criança, já tendo dois filhos, o empresário foi preciso: “Por amor aos que mais necessitam”.

A capacitação para ser uma família acolhedora é um processo de preparação oferecido aos que desejam acolher temporariamente crianças ou adolescentes em situação de vulnerabilidade social, retirados de suas famílias biológicas por decisão judicial.

A capacitação envolve diversas etapas:

Objetivo final é garantir que as famílias acolhedoras estejam preparadas para oferecer um ambiente seguro, amoroso e acolhedor,— Sensibilização e Conscientização: As famílias são orientadas sobre a importância do papel que desempenham na vida da criança ou adolescente, além de serem informadas sobre o funcionamento do serviço e seus objetivos;

— Formação Psicológica e Social: A capacitação aborda aspectos emocionais e sociais, preparando as famílias para lidar com possíveis traumas e desafios que a criança ou adolescente acolhido pode trazer;

— Aspectos Legais e Administrativos: As famílias são instruídas sobre os direitos e deveres relacionados ao acolhimento, além das questões jurídicas que envolvem a guarda temporária;

— Orientação sobre Cuidados Práticos: Há também um foco na capacitação prática, como cuidados com a saúde, educação e desenvolvimento emocional da criança ou adolescente;

— Apoio Contínuo: Após a capacitação, as famílias acolhedoras continuam a receber acompanhamento e suporte de profissionais especializados durante todo o período de acolhimento, garantindo que tenham a assistência necessária.

O objetivo final é garantir que as famílias acolhedoras estejam preparadas para oferecer um ambiente seguro, amoroso e acolhedor, promovendo o bem-estar da criança até que ela possa retornar à família biológica, ou seja, encaminhada para outra solução permanente, como a adoção.

FAMÍLIA ACOLHEDORA

Famílias Acolhedoras são famílias voluntárias cadastradas e capacitadas pelos órgãos de assistência social O Serviço Família Acolhedora é uma política pública de proteção à infância e adolescência que visa garantir um ambiente seguro, acolhedor e temporário para crianças e adolescentes que foram afastados de suas famílias biológicas por questões como violência, negligência, ou outras situações de vulnerabilidade social.

Ao contrário do acolhimento institucional (abrigos ou casas de acolhimento), esse serviço oferece a possibilidade de acolher essas crianças em um ambiente familiar, proporcionando cuidados individualizados e um convívio mais próximo e afetivo.

Famílias Acolhedoras são famílias voluntárias cadastradas e capacitadas pelos órgãos de assistência social para receber temporariamente essas crianças e adolescentes. Elas oferecem o cuidado e a proteção necessários até que a situação familiar seja resolvida, ou uma alternativa de vida permanente seja definida (reintegração familiar ou adoção).

CADASTRO

O acolhimento familiar é coordenado pela Semasf e tem por objetivo a garantia de direitos de crianças e adolescentes, preconizados no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Famílias interessadas em participar do Serviço Família Acolhedora podem se inscrever no cadastro do município.

A família, durante o acolhimento, recebe uma ajuda, um subsídio no valor de um salário mínimo mensal (enquanto durar o acolhimento) para custear as necessidades da criança ou adolescente acolhido.

Para esclarecer dúvidas entrar em contato com o telefone: (69) 98473-6021 e e-mail: [email protected].

Texto: Adaides Batista
Foto: Semasf

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Castração gratuita chega a São Carlos e Nazaré

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Ação com foco na saúde pública e controle populacional

Entre os dias 17 e 22, moradores dos distritos de São Carlos e Nazaré terão acesso ao serviço de castração gratuita de cães e gatosEntre os dias 17 e 22, moradores dos distritos de São Carlos e Nazaré terão acesso ao serviço de castração gratuita de cães e gatos. A ação integra o programa da Prefeitura que leva atendimento veterinário às comunidades da zona rural.

A programação começa em São Carlos, com atendimentos nos dias 17 e 18. Já em Nazaré, as cirurgias estão previstas para os dias 20 e 21. O dia 19 fica reservado para deslocamento das equipes. A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), por meio da Diretoria de Proteção Animal. Durante a ação, também será realizada a vacinação antirrábica dos animais atendidos.

De acordo com o diretor da área, Yaylley Jezini, a ação ocorre em parceria com a Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, que envia médicos veterinários voluntários para realizar os procedimentos. A Prefeitura é responsável pela mobilização da população, organização e apoio logístico. “A iniciativa busca controlar a população de animais, evitar o abandono e contribuir para a saúde pública. A castração também reduz o risco de doenças e melhora a convivência entre os animais e as famílias”.

Para Léo Moraes, a ação reforça o compromisso com o bem-estar animal e a saúde da populaçãoPara o prefeito Léo Moraes, a ação reforça o compromisso da gestão com o bem-estar animal e a saúde da população. “Estamos levando um serviço essencial para quem mais precisa, garantindo cuidado com os animais e contribuindo diretamente para a saúde pública. É uma ação que une responsabilidade, prevenção e respeito com a nossa população”.

Nos distritos, onde o acesso a serviços especializados é limitado, a ação garante atendimento gratuito e orientação sobre guarda responsável. A proposta é ampliar o alcance das políticas públicas e atender moradores que, muitas vezes, não conseguem levar os animais até a área urbana.

Segundo a Sema, essa etapa também serve como base para o planejamento de novas ações na região do baixo Madeira. A intenção é aprimorar a metodologia e ampliar o atendimento nas próximas edições do programa. “A participação da população é essencial. Os tutores devem acompanhar a divulgação local para informações sobre horários e orientações pré-cirúrgicas. Inicialmente, é necessário apenas levar um documento com foto e o animal em jejum”.

Texto: Renata Becária
Edição: Secom
Fotos: Arquivo / Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Prefeitura abre licitação de R$ 17,3 milhões para construção da Casa da Mulher Brasileira

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Unidade será instalada na zona Leste, região com maior número de casos de violência

Unidade será construída na Avenida Guaporé com a Rua Atlas, na zona Leste da cidadeA Prefeitura de Porto Velho publicou o edital de concorrência eletrônica nº 90006/2026 para a construção e equipagem da Casa da Mulher Brasileira na capital. O investimento estimado é de R$ 17.387.078,27.

A unidade será construída na Avenida Guaporé com a Rua Atlas, no bairro Três Marias, na zona Leste da cidade. A execução ficará sob coordenação da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), com atendimento vinculado à Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

De acordo com o prefeito Léo Moraes, o projeto representa um compromisso firmado com a população feminina ainda em 2024.

“Esse projeto não nasceu agora. Ele foi um compromisso que firmamos olhando nos olhos das mulheres que pediam respeito, proteção e dignidade. A Casa da Mulher Brasileira será um espaço de acolhimento, onde nenhuma mulher estará sozinha no momento mais difícil”.

Léo Moraes disse que o projeto representa um compromisso firmado com a população feminina ainda em 2024A estrutura foi planejada para oferecer atendimento integrado às mulheres em situação de violência, reunindo em um único local serviços como apoio psicológico, assistência social, orientação jurídica e suporte policial.

Para o secretário da Semias, Paulo Afonso, a iniciativa amplia o acesso à proteção. “Estamos estruturando um atendimento completo para garantir um acolhimento rápido e eficaz às mulheres.”

A secretária-adjunta da Semias, Tércia Marília, destacou que o objetivo é garantir um atendimento mais ágil e eficiente: “É uma estrutura pensada para oferecer acolhimento imediato e integrado às mulheres que precisam de apoio”.

A escolha da zona Leste para implantação da unidade leva em consideração dados do Anuário de Violência, que apontam a região como a que concentra o maior número de registros de violência contra mulheres em Porto Velho.

Para Paulo Afonso, a iniciativa amplia o acesso à proteçãoA proposta da Casa da Mulher Brasileira é justamente reduzir o percurso enfrentado por vítimas na busca por ajuda, centralizando os atendimentos e garantindo respostas mais rápidas.

A iniciativa atende a uma demanda histórica de entidades, movimentos sociais e órgãos públicos que atuam na defesa dos direitos das mulheres, além de reforçar as políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica no município.

A abertura das propostas está marcada para o dia 4 de maio de 2026, às 10h, por meio do sistema do Governo Federal.

O projeto segue o modelo nacional da Casa da Mulher Brasileira, que integra diversos serviços em um único espaço para ampliar a proteção e o suporte às vítimas.

Texto: João Paulo
Edição: Secom
Foto: Leandro Morais / Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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