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Agronegócio

Mercado do boi gordo mantém preços estáveis na última terça

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De acordo com o analista de Safras e Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos já não possuem a mesma acessibilidade na composição de suas escalas de abate e há uma semana pagam altos preços por arroba.

“A tendência para o curto prazo ainda remete a alta das cotações, em linha com o quadro mais enxuto de oferta no mercado doméstico”, ressaltou o analista.

Relacionado às exportações de carne bovina é necessário manter um ritmo sublime de embarques no decorrer do segundo semestre, com receitas que continuem acima da média.

Perante a esse fato, o estado de São Paulo (SP) apresenta o parâmetro para que o arroba do boi gordo seja de R$311 na modalidade a prazo. Dourados (MS) por outro foi designada com o valor de R$290 por arroba.

Da mesma forma, o mercado atacadista permanece com valores firmes. De acordo com Iglesias, o atual âmbito de negócios sugere reajustes no decorrer da segunda quinzena do mês, estágio que conta com o menor pedido ao consumo.

“O padrão de consumo delimitado para 2022 ainda sinaliza pela preferência de proteínas mais acessíveis, a exemplo do frango e dos ovos propriamente dito”, disse.

O quarto traseiro do boi ainda é precificado a R$ 22,15 por quilo, enquanto a ponta de agulha foi a R$ 15,80 por quilo, uma alta de R$ 0,30. Já o quarto dianteiro foi precificado a R$ 16 por quilo.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Pecuária deve movimentar mais de R$ 42 bilhões em 2026, projeta Imea

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O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) projeta que a pecuária de Mato Grosso deve movimentar cerca de R$ 42,1 bilhões em 2026, crescimento de 6,8% em relação ao ano passado, consolidando a atividade como um dos principais motores do agronegócio estadual.

Com esse desempenho, a pecuária tende a ampliar sua participação dentro do setor e responder por aproximadamente 20,2% do Valor Bruto da Produção (VBP), estimado em cerca de R$ 208,3 bilhões para a agropecuária do estado.

O avanço já começa a se refletir nos indicadores de produção. No primeiro trimestre de 2026, Mato Grosso registrou o abate de 1,8 milhão de bovinos, o maior volume da série histórica para o período, com alta de 6,7% na comparação com o mesmo intervalo de 2025.

O resultado é sustentado por um ambiente de mercado favorável, com arroba valorizada e demanda firme por animais terminados, tanto no mercado interno quanto nas exportações, garantindo fluidez na comercialização.

Outro fator que sustenta o crescimento é o ganho de eficiência dentro da porteira. A intensificação dos sistemas produtivos, aliada a investimentos em genética, nutrição e manejo, vem elevando a produtividade e a qualidade da carne produzida no estado.

Ao mesmo tempo, o setor já começa a indicar uma reorganização do ciclo pecuário. A retenção de fêmeas observada nas propriedades aponta para recomposição de rebanho, movimento que tende a equilibrar a oferta ao longo do tempo e dar sustentação aos preços.

Para o produtor, o cenário é positivo. A combinação de preços firmes, demanda consistente e maior tecnificação cria um ambiente mais favorável para planejamento e investimento ao longo do ano.

O crescimento da pecuária também ganha relevância dentro do agro estadual. Em um momento de margens mais ajustadas na agricultura, a produção animal avança e contribui para manter o desempenho global do setor em Mato Grosso.

A projeção do Imea reforça a posição do estado como um dos principais polos da pecuária brasileira e indica que, em 2026, o avanço da atividade deve seguir apoiado em produtividade, eficiência e demanda aquecida.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Brasil deve produzir 33,38 milhões de toneladas de carnes em 2026

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta segunda-feira (13.04) nova estimativa para o setor de proteínas e projeta que o Brasil deve produzir 33,38 milhões de toneladas de carnes em 2026, volume próximo ao recorde histórico registrado no ano passado.

O dado confirma uma mudança na composição da produção. O crescimento segue puxado por frango e suínos, que juntos devem superar 22 milhões de toneladas, enquanto a carne bovina entra em fase de ajuste, acompanhando a virada do ciclo pecuário.

A avicultura lidera o movimento. A produção de carne de frango deve ultrapassar 16 milhões de toneladas, com crescimento também nas exportações, estimadas em 5,34 milhões de toneladas. No mercado interno, a disponibilidade deve atingir cerca de 10,85 milhões de toneladas, mantendo o produto como base do consumo no país.

Na suinocultura, o avanço é mais acelerado. A produção deve chegar a 5,88 milhões de toneladas, com crescimento próximo de 4%. O rebanho atinge 44,8 milhões de cabeças, o maior da série histórica, refletindo ganhos de produtividade e expansão da atividade.

As exportações de carne suína devem alcançar 1,58 milhão de toneladas, alta de 6,1%, enquanto a oferta interna também cresce, com cerca de 4,33 milhões de toneladas disponíveis no mercado doméstico. Na bovinocultura, o movimento é de acomodação após o pico recente. A produção deve recuar cerca de 5,3%, para 11,3 milhões de toneladas, ainda assim o segundo maior volume já registrado.As exportações de carne bovina devem se manter elevadas, próximas de 4,35 milhões de toneladas, mas com maior influência de fatores externos, como as restrições comerciais impostas por grandes compradores.

Outro destaque é a produção de ovos, estimada em 51,2 bilhões de unidades, crescimento de 4,6%, reforçando o avanço contínuo da avicultura. No conjunto, a oferta de carnes no mercado interno deve crescer cerca de 3,4%, ampliando a disponibilidade e sustentando o consumo. A projeção indica que, mesmo com ajustes pontuais, o setor segue em patamar elevado, com expansão apoiada em produtividade, abertura de mercados e demanda global consistente.

Fonte: Pensar Agro

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