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Rondônia

Governo de RO fortalece caminho para exportar carne a países de alto padrão sanitário, como Chile e Japão

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A reunião chancela a qualidade da produção rondoniense e busca abrir portas econômicas para a carne do estado

O governo de Rondônia deu um passo significativo rumo à exportação de carne, avançando no processo de habilitação para fornecer carne bovina a países com alto rigor sanitário, como o Chile e o Japão. Este movimento estratégico, marcado por uma reunião em Brasília, no dia 3 de novembro, chancela a qualidade da produção rondoniense, e busca abrir portas econômicas para a carne do estado.

A pauta da reunião foi especificamente a abertura de mercado para a carne e frangos produzidos em Rondônia, e contou com a presença da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A reunião também contou com a participação do diretor de Negociações Não Tarifárias do Mapa, Augusto Billi.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o estado consolida sua posição, buscando novos mercados e a excelência sanitária que garante a competitividade global para continuar trabalhando para avançar no cenário internacional. “Rondônia dá um passo importante no processo de habilitação para exportar a carne bovina a países com alto rigor sanitário. A ação é feita em benefício do homem do campo para que o progresso do estado continue cada vez mais no cenário internacional”, ressaltou.

O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luiz Rua, confirmou a solidez da relação com o governo rondoniense, detalhando os frutos desse trabalho contínuo e pontuou recente conquista como o acesso às Filipinas, o pré-listing para Singapura e a abertura da República Dominicana. O secretário enfatizou ainda que o trabalho está sendo feito para que o avanço na pauta seja possível e ocorra conforme os requisitos e os cronogramas japoneses. 

Na ocasião, o secretário de Agricultura de Rondônia, Luiz Paulo, destacou que o trabalho em Brasília busca o avanço comercial e sanitário do estado. “Estamos mantendo esse alinhamento técnico e diplomático com o Mapa para desenvolver a pauta de abertura de mercado da nossa carne e do nosso frango.”

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Fonte: Governo RO

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Rondônia

Inscrições para Feira de Ciências e Mostra Científica estão abertas até 16 de outubro

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As inscrições são destinadas às equipes de escolas públicas e privadas de Ensino Médio de Porto Velho e devem ser realizadas por meio do formulário eletrônico

Estão abertas até 16 de outubro de 2026 as inscrições para a 1ª edição da Feira de Ciências e Mostra Científica PopMédio Porto Velho, as inscrições devem ser feitas  por meio de formulário eletrônico, conforme as orientações da chamada pública. O evento acontece no âmbito das ações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) e é integrado ao Circuito Científico. O projeto é desenvolvido pela Escola Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral Brasília.

A Feira conta com a parceria da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), junto à Universidade Federal de Rondônia (Unir) e será realizada de 4 a 6 de novembro, na Escola Brasília, situada na Rua da Penha, 3968, Bairro Embratel em Porto Velho,as inscrições são destinadas às equipes de escolas públicas e privadas de Ensino Médio da Capital. Cada equipe deverá ter um professor responsável ou orientador, um estudante líder e até sete estudantes. As inscrições devem ser realizadas pelo docente responsável, por meio do formulário indicado na chamada pública. Os projetos serão avaliados por um comitê formado por consultores, pesquisadores e docentes da Unir e de outras instituições de ensino e pesquisa.

Os trabalhos inscritos devem se enquadrar em um dos cinco eixos temáticos: Comunicação e Linguagem Científica; Bioeconomia e Biodiversidade Amazônica; Saúde, Comportamento e Sociedade; Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo; e Sustentabilidade, Recursos Hídricos e Desenvolvimento Regional. A seleção dos resumos considera critérios como qualidade científica, rigor teórico e metodológico, criatividade, relevância social e regional, além da adequação aos eixos temáticos da chamada.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha a iniciativa amplia as oportunidades dos estudantes e estimula a inovação. “Incentivar a ciência e a pesquisa desde o Ensino Médio é importante para ampliar as oportunidades dos estudantes e estimular o desenvolvimento de novas ideias.”

A secretária-adjunta da Seduc, Valéria Ximenes ressaltou que a Feira de Ciências contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico, da criatividade e do interesse dos estudantes pela pesquisa científica. ‘’A parceria com a Unir fortalece o trabalho realizado nas escolas e incentiva os jovens a compartilhar conhecimentos, apresentar soluções e reconhecer a ciência como parte do processo de aprendizagem.”

A programação também prevê a apresentação de pesquisas desenvolvidas na Unir. No dia 5 de novembro serão expostos projetos de Iniciação Científica no Ensino Médio (PIBIC-EM), referentes ao ciclo 2025-2026, além de trabalhos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), da graduação do campus de Porto Velho.

CERTIFICAÇÃO

Após a avaliação dos trabalhos apresentados durante a feira, serão concedidas certificações de destaque às equipes classificadas em 1º, 2º e 3º lugares gerais, além da categoria “Meninas no PopMédio”, destinada à equipe mais bem classificada com liderança feminina. Todos os participantes receberão certificados de participação.

A chamada pública também estabelece prioridade para trabalhos relacionados às contribuições africanas e afro-brasileiras à ciência, aos conhecimentos tradicionais de povos indígenas e comunidades ribeirinhas, à biodiversidade amazônica, à inovação social, à inclusão, à diversidade e ao desenvolvimento regional. A seleção valoriza, ainda a participação de estudantes de escolas de tempo integral, escolas com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), Educação Especial Inclusiva, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Escolar Indígena e comunidades tradicionais e ribeirinhas.

O cronograma prevê a publicação do resultado preliminar da classificação em 11 de novembro, prazo para recursos até 13 de novembro e divulgação do resultado final em 16 de novembro de 2026. A primeira retificação da chamada excluiu a previsão de bolsas, devido à ausência de concessão desse benefício no financiamento aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), mantendo as certificações de destaque e os certificados de participação.

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Fonte: Governo RO

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Rondônia

Conservação da biodiversidade é intensificada no Parque Corumbiara com monitoramento da tartaruga-da-Amazônia

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A conservação da biodiversidade é fortalecida por ações de monitoramento e proteção da fauna silvestre

Com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a biologia e a reprodução da tartaruga-da-Amazônia (podocnemis expansa), o governo de Rondônia realiza, de 2 a 23 de outubro, o monitoramento da espécie no Parque Estadual Corumbiara, em Pimenteiras do Oeste. As atividades são desenvolvidas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), por meio da Coordenadoria de Unidades de Conservação (CUC), no âmbito do Projeto Quelônios da Amazônia (PQA), com apoio do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), a participação do  Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a colaboração de pesquisadores e estudantes da Universidade Federal de Rondônia (Unir). 

O trabalho envolve o acompanhamento dos animais, a proteção das áreas de desova e o desenvolvimento de estratégias de manejo voltadas à manutenção das populações naturais e já coletou dados biométricos de aproximadamente 360 fêmeas, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a biologia e a reprodução da espécie, permitindo relacionar informações dos animais monitorados às condições dos ninhos e às variações do nível do rio. A participação acadêmica também fortalece a formação de profissionais e aproxima a pesquisa científica das práticas de conservação da fauna silvestre. O monitoramento de longo prazo permite acompanhar mudanças nos períodos reprodutivos, aprimorar as estratégias de manejo e subsidiar ações de conservação da tartaruga-da-Amazônia, considerada o maior quelônio de água doce da América do Sul. 

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a conservação da biodiversidade é fortalecida por ações de monitoramento e proteção da fauna silvestre em Unidades de Conservação. “As ações de conservação da biodiversidade protegem o patrimônio natural de Rondônia. O monitoramento da tartaruga-da-Amazônia no Parque Estadual Corumbiara demonstra a importância da parceria entre instituições e da pesquisa científica para preservar nossas espécies e garantir a conservação dos ecossistemas para as futuras gerações”, salientou.

O trabalho envolve o acompanhamento dos animais e a proteção das áreas de desova

De acordo com o coordenador da CUC, Daniel Santos de Souza, historicamente, a exploração excessiva de adultos e ovos contribuiu para a redução das populações de quelônios amazônicos. “Atualmente, um dos principais desafios à conservação da tartaruga-da-Amazônia no Parque Estadual Corumbiara é a variação do nível do Rio Guaporé, já que a elevação das águas pode inundar praias e ninhos, comprometendo o desenvolvimento dos ovos e o sucesso reprodutivo. Desde 2023, o monitoramento registra alterações no período de desova e riscos associados à subida das águas, reforçando a importância do acompanhamento contínuo das condições ambientais”, destacou.

Segundo o secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, a parceria entre os órgãos envolvidos evidencia a importância da cooperação institucional para a proteção da biodiversidade amazônica. Durante as atividades de monitoramento, os estudantes e técnicos participam de procedimentos de pesquisa em campo, incluindo a coleta de materiais biológicos, realiza monitoramento dos ninhos, pesagem e contagem dos ovos e aferição de temperatura, além do levantamento de dados biométricos, como medidas da carapaça e da parte inferior do casco  e o peso dos animais. Após a identificação e o registro, as tartarugas recebem microchips para identificação individual e são devolvidas ao ambiente natural, conforme os procedimentos técnicos adotados”, ressaltou. 

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Fonte: Governo RO

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