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Rondônia

Governo de RO fortalece atuação da Polícia Penal com curso de direitos humanos aplicados à prática operacional

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Cartilha de apresentação do curso ministrado pelo policial penal Hadaelson Sousa

Uma capacitação voltada à aplicação prática dos Direitos Humanos na atuação da Polícia Penal, reunindo servidores para o fortalecimento de competências operacionais, segurança jurídica e adoção de práticas humanizadas no cotidiano das unidades prisionais foi realizada na quarta-feira (25), no auditório da Central Integrada de Alternativas Penais (CIAP).

A iniciativa integra as ações do governo de Rondônia voltadas à valorização e qualificação permanente dos servidores da segurança pública, sendo desenvolvida pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), por meio da Escola Estadual de Serviços Penais (Esep), que tem ampliado investimentos em formação continuada para modernizar a gestão penal, fortalecer a atuação da Polícia Penal e aprimorar os serviços prestados à sociedade rondoniense.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou a importância de superar visões equivocadas sobre os direitos humanos dentro do sistema penitenciário e reforçou o papel da capacitação na evolução da segurança pública. “Quando os direitos humanos são compreendidos como ferramenta de trabalho, conseguimos promover cada vez mais segurança, legalidade e respeito para servidores, pessoas privadas de liberdade. Essa mudança de mentalidade gera impactos positivos diretos no ambiente carcerário e contribui para uma gestão penal mais eficiente.”

ATUAÇÃO HUMANIZADA

Ainda antes do início da qualificação, o Núcleo de Assistência ao Servidor (NAS), integrou sua participação à palestra, com dinâmicas prévias que abrilhantaram o curso, dando outro direcionamento prévio à capacitação. Além dessa dinâmica, o NAS ainda divulgou sua prestação de serviços para os servidores que participaram do curso. 

O policial penal e instrutor do curso, Hadaelson Sousa, reitera a importância dos Direitos Humanos na atuação da Polícia Penal. “O curso visa diretamente o policial penal e como ele vai entender as questões dos direitos humanos partindo da historicidade e de como se construiu. Entendendo essas questões, vai-se quebrado estigmas e barreiras em relação aos direitos humanos dentro do sistema carcerário. Assim, ele entende e consegue aplicar os direitos humanos entendendo que é uma necessidade importantíssima no cotidiano do policial penal.”

O curso contou com participação de policiais penais, federais e civis

Durante a capacitação, os participantes tiveram acesso a uma metodologia que integrou conteúdos teóricos e atividades práticas, permitindo a aplicação direta dos conhecimentos à realidade do sistema prisional. A programação contemplou aulas expositivas, simulações operacionais e análise de jurisprudência internacional, além de discussões sobre o uso progressivo da força, técnicas de comunicação não violenta e estratégias de atendimento a grupos vulneráveis. A proposta buscou fortalecer a tomada de decisão segura e legal nas intervenções diárias, promovendo uma atuação profissional mais técnica, equilibrada e orientada à preservação da vida.

A integração entre policial penal e ações que compõem os direitos humanos está diretamente relacionada à modernização do sistema penitenciário, que visa uma intervenção policial mais efetiva, segura e, acima de tudo, humanizada. 

COMPROMISSO INSTITUCIONAL

O secretário de Estado da Justiça, Marcus Rito, ressaltou que investir na capacitação dos servidores é essencial para acompanhar as transformações da segurança pública e fortalecer o serviço prestado à população. “A capacitação continuada dos nossos servidores é um dos pilares da gestão penal moderna. Quando investimos em, preparação técnica e valorização profissional, garantimos condições de trabalho para o policial penal e ampliamos o poder de segurança fora do sistema penitenciário abrangendo também à sociedade.”

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Fonte: Governo RO

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Rondônia

Maloca 2026 é encerrada com participação de 240 estudantes indígenas e reforça valorização cultural em Rondônia

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Os participantes foram divididos em grupos para tour pedagógico com foco em educação patrimonial

A programação da IV Mostra Estudantil de Arte e Cultura Indígena (Maloca), evento promovido pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), foi encerrada, nesta quinta-feira (16), em Porto Velho, A ação reuniu 240 participantes, entre estudantes e professores indígenas da rede estadual, em três dias de atividades culturais, pedagógicas e formativas, com o objetivo de valorizar saberes tradicionais, promover a interculturalidade e fortalecer a educação escolar indígena.

A programação teve início na segunda-feira (14), com o deslocamento dos estudantes para a capital e a cerimônia oficial de abertura no Teatro Estadual Palácio das Artes. Na terça-feira (15), as atividades ocorreram no auditório da escola Major Guapindaia, com exposição de trabalhos, apresentações artísticas, performance interativa, socialização de práticas pedagógicas, oficinas e exibição audiovisual. Já nesta quinta-feira (16), último dia do evento, os participantes foram divididos em grupos para tour pedagógico com foco em educação patrimonial, além de oficinas promovidas no auditório da Universidade Federal de Rondônia (Unir Centro) e no auditório do Centro Cultural e de Documentação Histórica do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (CCDH).

O secretário da Seduc, Massud Badra, ressaltou a importância da ação para a educação escolar indígena. “A realização da programação evidencia o compromisso da gestão com a educação escolar indígena e com a construção de políticas públicas que respeitem as especificidades culturais”.

A Maloca vem sendo consolidada ao longo dos anos como uma importante ação da Seduc, voltada à valorização dos povos originários no ambiente escolar.

Durante as atividades, o professor Francisco Oro Waran, mestre em geografia e atuante na Gerência de Educação Escolar Indígena de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, destacou a importância do resgate histórico e da valorização dos saberes tradicionais no processo educativo. “Quando a gente estuda pontos como a história da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, compreende que muitos povos foram impactados e até dizimados, como os Karipuna e outros de diferentes etnias. Esse conhecimento é fundamental para os nossos estudantes indígenas, que precisam levar esse aprendizado para suas comunidades e fortalecer o diálogo com os sabedores tradicionais”, afirmou.

A gerente da Gerência de Arte e Cultura Escolar (GACE), Elis Viana, destacou o sentimento de realização ao final da programação. “Encerramos esses três dias com o coração cheio de alegria ao ver os estudantes indígenas protagonizando cada momento, compartilhando saberes, culturas e histórias. A Maloca é um espaço de troca, de respeito e de fortalecimento das identidades, e ver tudo isso acontecendo de forma tão viva se torna uma motivação a continuar trabalhando por uma educação cada vez mais inclusiva e conectada com as raízes dos nossos povos”, pontuou.

TRAJETÓRIA

A Maloca vem sendo consolidada ao longo dos anos como uma importante ação da Seduc, voltada à valorização dos povos originários no ambiente escolar. A primeira edição, realizada em 2023, reuniu estudantes de 22 etnias e marcou o início da iniciativa com foco no fortalecimento cultural e educacional. Na segunda edição, o projeto ampliou a participação, envolvendo estudantes de 25 etnias e diversificando as linguagens artísticas, com atividades como música, dança, audiovisual e artes visuais. Já na terceira edição, realizada em 2025, a Maloca avançou em alcance e estrutura, com expectativa de participação de mais de 190 estudantes de escolas indígenas de todo o estado, consolidando-se como um espaço permanente de intercâmbio cultural, produção artística e fortalecimento da identidade indígena na rede pública de ensino.

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Fonte: Governo RO

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Rondônia

Primeira cirurgia eletiva de prótese de joelho é realizada no Hospital de Retaguarda de Rondônia

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Primeira cirurgia de joelho realizada no Hospital de Retaguarda de Rondônia

O Hospital de Retaguarda de Rondônia (HRRO) iniciou, na terça-feira (14), a realização de cirurgias eletivas de prótese de joelho, com o objetivo de ampliar a assistência em procedimentos cirúrgicos complexos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O avanço e a importância da unidade são destacados com a realização da primeira cirurgia de prótese total de joelho na unidade, o que demonstra o fortalecimento da rede estadual de saúde. A unidade, adquirida, inicialmente para atender demandas da pandemia, consolidou-se como um importante suporte ortopédico, atuando em diversas frentes com qualidade e excelência.

Para acessar o serviço é necessário regular o pedido cirúrgico no Sistema Estadual de Regulação, por meio de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), com apresentação de documento pessoal, com foto e cartão do SUS.

O médico ortopedista Jhonata Raimundo Martins Rodrigues, explicou que o procedimento, conhecido como artroplastia total de joelho é de alta complexidade. “A primeira paciente atendida é uma idosa que sofria há anos com artrose no joelho, apresentando dores, dificuldade de locomoção, edemas e limitações nas atividades diárias. Após a cirurgia o  paciente tem alívio da dor e melhora significativa na qualidade de vida.”

A diretora da unidade, Nathalia Vitorino, informou que o procedimento foi realizado com sucesso e que outras duas cirurgias já estão previstas. Segundo ela, a meta é ampliar gradativamente a oferta. “Essa nova frente de trabalho contribui para reduzir a fila de espera e devolver qualidade de vida aos pacientes.”

O secretário de Estado da Saúde, Edilton Oliveira, enfatizou o impacto da iniciativa. “O usuário do SUS passa a contar com mais uma unidade para esse tipo de cirurgia. Nosso objetivo é ampliar o acesso, reduzir o tempo de espera e fortalecer a assistência à população.”

UNIDADE DE SUPORTE 

O Hospital de Retaguarda de Rondônia é especializado em ortopedia, cirurgia geral e hanseníase. Atua como suporte ao Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II e ao Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP), além de receber pacientes encaminhados de outras unidades. 

Criado inicialmente como hospital de campanha durante a pandemia de Covid-19, o HRRO passou a realizar cirurgias eletivas de baixa e média complexidade, além de procedimentos ortopédicos e atendimento completo no pré e pós-operatório, estando localizada na Rua Joaquim Nabuco, nº 2718, Bairro São Cristóvão, em Porto Velho.

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Fonte: Governo RO

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