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Rondônia

Estação histórica da EFMM no distrito de Iata é revitalizada e será ponto de atendimento ao turista

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Local é mais uma opção de rota de turismo do Estado

O distrito de Iata, em Guajará-Mirim, voltou a ter um local como opção turística. Nesta terça-feira (21), foi realizada a solenidade de reabertura do Centro de Atendimento ao Turista – CAT/Estação Iata. O local foi restaurado pela Secretaria de Estado do Turismo – Setur e contou com o apoio da Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos – Seosp em todo o trabalho técnico de arquitetura e engenharia que a estrutura demandava.

Localizada a 27 km do centro da cidade, a estação foi revitalizada com o propósito de servir como um ponto de prestação dos serviços de atendimento ao turista que, durante a visitação terá a oportunidade de conhecer um pouco mais da história da localidade por meio de exposição histórica da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

Para o Superintende da Setur, Gilvan José Pereira Júnior, a obra é um ganho e resgate para o turismo e cultura local e que teve a parceria da Seosp que tem desenvolvido trabalhos de revitalização de várias obras nos 52 municípios do Estado. “A estação traz um resgate da cultura, da história ao turismo do Estado de Rondônia. O distrito era também o caminho do trem na EFMM, o que torna o local mais atrativo aos turistas. Nessa obra, a Seosp entra exatamente na parte técnica, onde engenheiros e arquitetos se colocaram à disposição para toda a parte de revitalização. E hoje é uma realidade. É uma entrega muito importante para o rondoniense e todos os turistas que escolherem essa região para conhecer”, enfatizou.

Aluízio Caetano, um dos moradores mais antigos do distrito falou da felicidade de ver a obra revitalizada. “Ver essa estação dessa forma é um prazer, pois estava abandonada. Só temos a agradecer ao Governo de Rondônia e toda equipe pelo cuidado que está tendo com o nosso lugarejo. Antigamente, os colonos transportavam mercadorias como arroz, farinha, milho, feijão, tudo produzido aqui e eram enviadas para outras cidades do Estado, e ainda, para Manaus e Belém. Hoje, o que temos é história e o local está disponível justamente para parte de turismo e cultura, valorizando assim nosso distrito tão amado”, enfatizou.

O secretário adjunto da Seosp, Jefferson Rocha, durante a solenidade no Centro de Atendimento ao Turista, ressaltou a parceria entre Setur e Seosp.“Estar presente no evento que vai iniciar a atividade turística na Estação é muito gratificante. O local que foi um importante ponto logístico no passado, agora, fica para as gerações do presente e futuro. Quero dizer que a Seosp é parceria da sociedade realizando trabalhos de engenharia e arquitetura nos quatro cantos do Estado”, destacou Jefferson Rocha.

A comunidade do pequeno distrito foi convidada para o evento

O Governo do Estado destinou para o trabalho de execução do serviço no local, o valor de R$ 259.655,80 (duzentos e cinquenta e nove mil, seiscentos e cinquenta e cinco reais e oitenta centavos).

 HISTÓRIA

O nome do distrito se refere ao rio Iata (Bolívia),  originou-se a partir de uma base dos trabalhadores da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré – EFMM e comunidades agrícolas. Mais tarde, a colônia cearense chegou para contribuir com as práticas agrícolas, após a criação do Território Federal do Guaporé, em 1943. Mas a ligação da localidade com Guajará-Mirim era feita por uma estrada de terra que precisava de manutenção regularmente.

Só em 2013, o trecho de sete quilômetros foi asfaltado até a BR-429, que liga Guajará-Mirim à BR-364. Considerada uma terra em potencial para cultivo na época, tinha o objetivo de abastecer Guajará-Mirim em alimentos e se tornou o distrito de Guajará-Mirim, em 1998 pela Lei Municipal N° 671.

INVESTIMENTOS PARA GUAJARÁ

O município tem previsão de receber do Executivo Estadual mais investimentos, cerca de R$ 4 milhões de reais para diversas obras como: aquisição de kits para iluminação de avenidas; nos bairros Jardim das Esmeraldas, Próspero, Pentecostal, Nossa Senhora Aparecida, Caetano, Fátima, São José, Liberdade, Triângulo, Centro, Serraria, Tamandaré e Santa Luzia; aquisição de acessórios para Iluminação Pública, iluminação da avenida principal 2ª etapa (UNIR até o Rio), revitalização da Praça Jorge Teixeira, dentre outras que estão sob responsabilidade da Seosp.

Fonte: Governo RO

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Rondônia

Rondônia destaca-se na Amazônia ao conquistar parceria com a ONU e recurso internacional para bioeconomia

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O evento, realizado no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, oficializa a conquista de investimento de quase R$ 10 milhões para a bioeconomia de Rondônia

Em um marco histórico para o desenvolvimento sustentável, o governo de Rondônia consolidou seu protagonismo na agenda global ao lançar, nesta segunda-feira (13), o projeto ‘‘Inclusão e Empoderamento de Mulheres Empreendedoras e de Agricultores Familiares por meio da Bioeconomia”, em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU). O evento, realizado no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, oficializa a conquista de investimento de quase R$ 10 milhões, resultado da iniciativa do governo em uma disputa que envolveu a Amazônia Legal.

A conquista do recurso não foi por acaso; o governo de Rondônia elaborou uma proposta de qualidade que atraiu essa resposta da ONU. Rondônia liderou um processo de seleção extremamente rigoroso promovido pelo Fundo Brasil-ONU. Das 21 propostas apresentadas por estados da Amazônia Legal, apenas cinco conseguiram aprovação — e o projeto rondoniense está em destaque O governador Marcos Rocha explicou que esse resultado é a prova de que o Estado amadureceu sua gestão para atrair investimentos que priorizam a conservação da Amazônia com foco em melhorar a vida das pessoas.

“Rondônia vem avançando e, quando vemos um projeto desse sendo validado pela ONU, com doação de recurso do Canadá, é a certeza de que Rondônia está no caminho certo. É um estado que prospera e, ao mesmo tempo, reduz impactos ambientais, e isso tem sido visto pela ONU. Não estamos falando apenas da conservação da floresta, da sustentabilidade, mas de investir nas pessoas. Este projeto será o modelo para toda a Amazônia de como unir preservação ambiental com prosperidade econômica”, pontuou o governador.

O secretário de Integração do Estado de Rondônia em Brasília (Sibra), Augusto Leonel, complementou que este projeto foi uma construção feita com união e objetivo comum. “O governo do estado não fica esperando o recurso chegar; sai na frente para apresentar Rondônia ao mundo e conquistar condição de melhorar a vida da população. E esse projeto hoje se torna realidade por meio de vários atores e setores. O desenvolvimento pensado pelo governo de Rondônia foca nas pessoas. Com o recurso do Canadá chegando por meio da ONU e o trabalho integrado de diversas secretarias do governo e parceiros, Rondônia prova que já produz o futuro, com desenvolvimento social e sustentável.”

Assinatura da carta oficial do projeto ‘‘Inclusão e Empoderamento de Mulheres Empreendedoras e de Agricultores Familiares por meio da Bioeconomia”

PROTAGONISMO

O protagonismo do governo de Rondônia também foi enfatizado pela coordenadora residente da ONU no Brasil, Silvia Rucks, destacou que a visão estratégica do governo foi o diferencial para garantir o aporte financeiro: “A bioeconomia, aqui em Rondônia, deixa de ser um conceito e se torna uma realidade concreta capaz de transformar vidas. O governo demonstrou uma liderança admirável ao desenhar uma iniciativa que alcança quem está na ponta. Escolhemos esta proposta porque valoriza o conhecimento local e promove práticas produtivas regenerativas. Ao mesmo tempo que promove o desenvolvimento sustentável com igualdade de gênero, que é a estratégia mais inteligente para que toda a sociedade avance”, declarou Silvia Rucks.

A secretária-executiva do Consórcio Amazônia Legal, Vanessa Duarte, detalhou o mérito da equipe estadual e o rigor da seleção vencida: “Nós recebemos nessa rodada 21 projetos avaliados. Desses 21, apenas nove atendiam aos requisitos do fundo. E, desses nove, apenas cinco foram aprovados, e este projeto que foi lançando  em Rondônia é um desses cinco. O Estado, mais uma vez, demonstra essa capacidade de ser um governo que não apenas fala em desenvolvimento, mas que apresenta questões concretas para conquistar recursos internacionais”.

COMO FUNCIONARÁ?

As ações têm como alvo duas cadeias produtivas consideradas estratégicas para o estado: café e cacau. Com execução no biênio 2026-2027. Serão beneficiadas nesta primeira fase 600 pessoas, sendo 450 mulheres e 150 homens:

Mulheres empreendedoras em municípios como Alta Floresta d’Oeste, Cacoal e Novo Horizonte d’Oeste, em cultivo de café;

Agricultores familiares de Jaru, Ariquemes e Ouro Preto do Oeste serão contemplados na cadeia do cacau.

A iniciativa irá revolucionar a bioeconomia de Rondônia, com inovação e aperfeiçoamento da produção por meio de orientações e capacitações, criação e fortalecimento de cooperativas e bioindústrias locais e conexão com o mercado internacional. A proposta é que mais recursos sejam doados e mais pessoas sejam alcançadas, a partir do sucesso deste projeto.

A iniciativa será executada com liderança do governo, combinada ao apoio das agências da Organização das Nações Unidas

SEGURANÇA ALIMENTAR E PROTAGONISMO FEMININO

 A iniciativa será executada com liderança do governo, combinada ao apoio das agências da Organização das Nações Unidas, como a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e a ONU Mulheres.

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação (FAO) no Brasil, Jorge Meza, reforçou o impacto técnico e econômico para os agricultores familiares: “Este é um combo muito positivo que traz orientação, capacitação e direcionamento de mercado. Queremos que os agricultores familiares possam entender o potencial que têm e multiplicar esse potencial para levar o café e o cacau para fora do Brasil, com selo de sustentabilidade”.

Já a representante da ONU Mulheres, Gillianne Palayret, pontuou o impacto social e a quebra de barreiras: “As mulheres são protagonistas silenciosas dentro dessa economia rural. Poder contribuir para que elas acessem mais crédito, capacitação e espaço será fundamental para o desenvolvimento sustentável da região e para garantir que a participação feminina seja valorizada como o motor de transformação que realmente é”.

A titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), Luana Rocha, finalizou conectando o progresso econômico à dignidade humana: ” As nossas mulheres são uma base forte dentro da agricultura familiar, desde a parte operacional até a parte da gestão. Vamos poder fortalecer a proteção e o cuidado, somando esforços com o que já acontece no programa Mulher Protegida, em que elas recebem auxílio financeiro para poder sair da dependência financeira que, na maioria dos casos, é por onde a violência acontece”.

PARTICIPANTES

Além do governo de Rondônia e da ONU, o projeto também deve mobilizar apoio de instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Rondônia, a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), os ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas e do Desenvolvimento Agrário, além da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e investidores privados.

CADEIAS PRODUTIVAS EM DESTAQUE NO PROJETO

  • CAFÉ

Rondônia é o quinto maior produtor de café do Brasil e o segundo maior na produção de robusta

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Rondônia

Mostra Estudantil de Arte e Cultura Indígena inicia nesta terça-feira, 14, no Teatro Palácio das Artes, em Porto Velho

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O evento reunirá estudantes de aproximadamente 30 etnias indígenas, evidenciando a riqueza e diversidade cultural do estado

O governo de Rondônia promove, entre os dias 14 e 16 de abril, a IV Mostra Estudantil de Arte e Cultura Indígena (Maloca 2026), reunindo estudantes indígenas de diversas regiões em uma programação dedicada à valorização dos saberes e tradições culturais. A abertura oficial do evento será realizada nesta terça-feira (14), às 16h, no Teatro Palácio das Artes, em Porto Velho. A partir da quarta-feira (15), as atividades seguem no Auditório da Escola Estadual Major Guapindaia, com apresentações artísticas dos estudantes, momentos interativos e palestras, nos períodos da manhã (8h às 12h); e da tarde (14h às 18h).

Na quinta-feira (16), a programação será realizada em diferentes pontos históricos do centro da Capital, com a realização de tour pedagógico voltado à educação patrimonial, além de oficinas formativas no auditório da Universidade Federal de Rondônia (Unir Centro) e no Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CCDH), também nos turnos da manhã e da tarde. Ao longo da mostra, os participantes terão acesso a uma programação diversificada, que inclui exposições de trabalhos estudantis, performances interativas, oficinas pedagógicas e exibições audiovisuais, promovendo vivências culturais e educativas. As atividades serão destinadas à comunidade escolar, incluindo estudantes, professores e familiares.

Maloca 2026 contará com a participação de representantes de 16 municípios e localidades de Rondônia

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, salientou a importância da iniciativa como ferramenta de valorização cultural e educacional. “A mostra fortalece a diversidade e as políticas públicas voltadas aos povos indígenas. A Maloca é um espaço de reconhecimento, onde os estudantes podem expressar sua identidade e manter vivas as tradições dentro do ambiente escolar.”

O titular da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Massud Brada, ressaltou o papel da ação na construção de uma educação mais inclusiva. De acordo com ele, a iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento do respeito às diferenças e para a promoção do diálogo intercultural nas escolas. “Estamos trabalhando para garantir que todos os estudantes se sintam representados e valorizados em sua cultura e história”, pontuou.

DIVERSIDADE CULTURAL 

A Maloca 2026 contará com a participação de representantes de 16 municípios e localidades de Rondônia. O evento também reunirá estudantes de aproximadamente 30 etnias indígenas, evidenciando a riqueza e diversidade cultural do estado. Entre elas estão Aikanã, Amondawa, Arara, Arikapú, Aruá, Cinta Larga, Gavião, Jaboti, Kampé, Kanoe, Karipuna, Karitiana, Kaxarari, Kwazá, Makurap, Mamaindê, Negarotê, Oro Jowin, Oro Mon, Oro Nao, Oro Waram, Oro Waram Xijein, Puruborá, Sabanê, Suruí, Tawandê, Tupari, Uru Eu Wau Wau, Wajuru e Zoró.

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Fonte: Governo RO

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