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Rondônia

Projeto “Boas Ideias” transforma criatividade em ações concretas e impulsiona empreendedorismo

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Uma vez por mês, sede da Caerd, em Porto Velho, se transforma em palco da Feirinha do Empreendedor Caerdiano

A inovação no serviço público muitas vezes nasce da experiência de quem vive a rotina da instituição. Na Companhia de Água e Esgotos de Rondônia (Caerd), essa percepção ganhou forma com o Projeto “Boas Ideias”, iniciativa que transforma sugestões de empregados em ações concretas e fortalece a cultura de participação, inovação e valorização humana.

Mais do que um canal de sugestões, o projeto funciona como um programa contínuo de estímulo à criatividade. A proposta é abrir espaço para que empregados apresentem ideias capazes de melhorar processos, promover integração e gerar novas oportunidades dentro da Companhia, e transformá-las em projetos reais.

Empreendedora, América Maria apresentou no espaço seus produtos naturais

Segundo o titular da Coordenadoria de Gestão Administrativa (Cgad), Nilton Oliveira, a iniciativa está alinhada ao planejamento estratégico da empresa. “Criamos um ambiente onde o empregado deixa de ser apenas executor e passa a ser agente de transformação. Quando uma ideia é aprovada, ela ganha estrutura e se torna ação concreta”, destaca.

A iniciativa também reflete uma diretriz mais ampla do governo de Rondônia, voltada à modernização da administração pública e à valorização do capital humano. Para o governador Marcos Rocha, incentivar a participação dos funcionários fortalece a gestão e impacta diretamente a qualidade dos serviços prestados à população.

PRIMEIROS RESULTADOS

Pouco tempo após sua criação, o projeto já apresenta resultados. Um dos principais exemplos é a Feirinha do Empreendedor Caerdiano – Ideias e Oportunidades, realizada na sede da Companhia, em Porto Velho.

A iniciativa surgiu da sugestão da funcionária América Maria Ferreira e rapidamente saiu do papel. Na primeira edição, reuniu 19 empregados empreendedores, com produtos que vão de alimentos artesanais a itens de beleza, vestuário e produtos naturais. O ambiente corporativo deu lugar a um espaço de convivência e troca, marcado por sabores, criatividade e interação entre colegas.

O funcionário José Maria, que participou com produtos do sítio da família, destacou a receptividade.  “Vendemos tudo. Foi uma oportunidade de mostrar nosso trabalho e perceber que existe apoio para quem empreende”, relatou.

A funcionária Daiane Cruz, da Diretoria Técnica e Operacional (DTO), também comemorou o retorno do público. “Ver as pessoas elogiando e voltando para comprar mais foi gratificante. Esse reconhecimento faz toda a diferença”, afirmou.

Para a funcionária Débora Reis, a iniciativa revela o potencial interno da Companhia. “A feira mostra que podemos compartilhar talentos e crescer juntos. É um incentivo que faz a gente acreditar nas próprias ideias”, disse.

Entre elogios e novas vendas, Daiane Cruz vivenciou de perto o sucesso da feirinha

ENGAJAMENTO INTERNO

A feirinha também mobilizou os colegas que prestigiaram o evento. O empregado Jéfiter Neves destacou a diversidade dos produtos, enquanto a funcionária Sueli Frigo ressaltou a qualidade e o cuidado na produção.

Para a coordenadora do projeto, Ana Paula Souza, o resultado confirma a proposta. “Grandes transformações podem nascer de ideias simples. O que vimos foi engajamento, criatividade e senso de pertencimento”, ressaltou.

Idealizadora da feirinha, América Maria resume o impacto da ação. “Ver a ideia ganhar vida e unir as pessoas mostra que existem muitos talentos na Companhia. Quando há oportunidade, tudo se transforma”, destacou.

INOVAÇÃO

Mais do que uma ação pontual, o Projeto Boas Ideias consolida uma mudança de cultura: a valorização do empregado como protagonista da inovação.

Para a diretora administrativa e comercial, Elisandra Loras, a iniciativa aponta para o futuro da gestão pública.  “Ao estimular o protagonismo dos empregados, fortalecemos uma cultura baseada no diálogo, na criatividade e na construção coletiva”, concluiu.

Com resultados já visíveis, o projeto segue transformando o ambiente interno da Companhia e demonstrando que boas ideias, quando valorizadas, geram oportunidades, integram pessoas e inspiram novas formas de fazer gestão pública.

O presidente da Caerd, Cleverson Brancalhão, destacou que, “quando valorizamos as ideias dos nossos empregados, fortalecemos uma gestão mais inovadora e eficiente. O Projeto Boas Ideias mostra que a transformação começa de dentro”.

A proposta agora é ampliar o projeto, com edições periódicas e possibilidade de expansão para outras unidades da Caerd no estado.

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Fonte: Governo RO

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Rondônia

Produtores e estudantes podem se inscrever em oficinas da Idaron na 13ª Rondônia Rural Show Internacional

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As oficinas técnicas são voltadas aos produtores rurais e estudantes de escolas agrícolas e faculdades

Estão abertas as inscrições para 11 oficinas técnicas que serão realizadas pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (Idaron) durante a 13ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, entre os dias 25 e 29 de maio, no miniauditório da bovinocultura. As atividades são gratuitas e voltadas a produtores rurais, estudantes e profissionais ligados ao setor agropecuário, com emissão de certificados. As vagas são limitadas. (INSCREVA-SE AQUI!)

As oficinas têm como objetivo apresentar as ações da defesa agropecuária desenvolvidas no estado, com foco na sustentabilidade da produção rural, e alertar sobre os aspectos legais da utilização de algumas tecnologias na proteção das lavouras.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, as oficinas reforçam o compromisso do governo estadual com o fortalecimento da defesa agropecuária e a valorização do produtor rural. “Investir em capacitação técnica e educação sanitária é fundamental para fortalecer a produção agropecuária, garantir mais segurança sanitária e ampliar a competitividade do setor produtivo de Rondônia”, destacou.

O presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, explica que, além das capacitações técnicas, o estande da Agência contará com atendimento ao público para orientações sobre sistemas de defesa sanitária, uso de aplicativos, atualização cadastral e acesso a serviços online, além de dinâmicas e jogos educativos. “No estande da Idaron também serão disponibilizados materiais técnicos com orientação ao produtor rural, exposição de maquetes, banners informativos e apresentação de vídeos voltados à defesa sanitária agropecuária”, destacou o presidente.

As ações integram o conjunto de atividades promovidas pela Idaron com apoio do governo de Rondônia para fortalecer a educação sanitária e ampliar o acesso às informações técnicas no campo. A iniciativa busca contribuir para a valorização da produção agropecuária e o fortalecimento da economia rural no estado.

ALINHAMENTO

A coordenadora do Programa de Educação Sanitária, Rachel Barbosa, explica que os temas das oficinas resultam de um alinhamento com as demais áreas técnicas da Idaron, a fim de promover maior interação do público com as estratégias de defesa agropecuária promovidas pelo governo do Estado.

“Entre os temas abordados nas oficinas estão trânsito agropecuário seguro, qualidade sanitária de sementes, pulverização aeroagrícola de agrotóxicos e cadastro de prestadores de serviços, inspeção sanitária, prevenção à influenza aviária, raiva animal, cadastro agropecuário, vassoura-de-bruxa da mandioca, doenças transmitidas por alimentos e os desafios da brucelose e tuberculose na pecuária rondoniense”, destaca Rachel Barbosa.

Durante a programação da Rondônia Rural Show Internacional, a Idaron também promoverá o 8º Fórum Estadual para Manutenção da Zona Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, que este ano tem como tema “Pecuária forte e o papel do produtor na proteção do rebanho”. O encontro reunirá produtores rurais, representantes políticos e instituições públicas e privadas ligadas ao agronegócio para debater estratégias de biosseguridade e fortalecimento da defesa sanitária animal.

O fórum atende às exigências da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e tem como finalidade alinhar ações entre governo, setor produtivo e entidades técnicas para garantir a manutenção do status sanitário de Rondônia como zona livre de febre aftosa sem vacinação.

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Fonte: Governo RO

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Rondônia

Terras indígenas impulsionadas em polos de bioeconomia na Amazônia com ações do governo de RO

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Diversas etnias rondonienses conquistam a transição da condição de subsistência para o protagonismo econômico, com apoio do Governo

Rondônia está consolidando em 2026 um novo ciclo de desenvolvimento para as comunidades indígenas, ao integrar a preservação da floresta com o desenvolvimento econômico por meio de ações estratégicas. As terras são convertidas em lavouras produtivas e sustentáveis e diversas etnias rondonienses conquistam a transição da condição de subsistência para o protagonismo econômico, com apoio do governo de Rondônia por meio da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater Indígena).

Entre as ações desenvolvidas em 2026 para somar com os avanços, destaca-se a parceria estratégica entre o governo de Rondônia, por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO), e o uma instituição financeira, em que o programa “Ater Indígena” viabilizou a consolidação de 20 projetos agrícolas e pecuários, somando um investimento que ultrapassa R$ 1 milhão.

A família de Solange Suruí conquistou apoio para investir no sistema de irrigação do cafezal. Ela faz parte do novo capítulo na história da agricultura familiar de Rondônia que está sendo escrito na Terra Indígena Sete de Setembro. Foi ela quem motivou a família a investir no café em 2019 e deu bons frutos. Solange conquistou o terceiro lugar em 2022 em um concurso nacional destinado a valorizar as mulheres produtoras de café, o Florada Premiada.

A família de Solange Suruí conquistou apoio para investir no sistema de irrigação

EVOLUÇÃO

A história do café para o povo Paiter Suruí teve início na década de 1980, a partir de lavouras remanescentes deixadas por colonizadores. Inicialmente, a atividade era voltada à subsistência. ‘‘Vendia de qualquer jeito, não sabia a importância do café na época. Mas, a partir de 2019, surgiu a parceria de uma indústria com nosso povo e começou a dedicação de nosso trabalho com café especial. A minha família fez a roça, onde foi desmatada a floresta pelo não indígena, e hoje nós cultivamos a lavoura de café e plantamos também cacau, banana e replantamos floresta para manter em volta do cafezal para gerar sustentabilidade.

Solange guarda na memória com muito orgulho o momento em que subiu ao palco para receber o troféu de terceira colocada como melhor café do Brasil. ‘‘Isso foi muito emocionante para mim, é uma conquista histórica para o meu povo. Desde aquele momento, não parei mais; amo muito trabalhar o café especial com carinho e agora conquistamos mais um sonho ao ter financiamento para irrigação da nossa lavoura e estamos na expectativa de colher a melhor produção dessa safra de 2026. O café tornou-se parte da cultura do povo Paiter e é muito valorizado.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Dos 20 projetos aprovados, o sistema de irrigação aparece como o item de maior demanda. Os recursos foram destinados à aquisição de maquinários como motocultivadores, roçadeiras e pulverizadores, além do custeio de horas-máquina para preparação do solo e construção de local para armazenamento de água e alimentar o sistema de irrigação. No eixo da pecuária, o crédito possibilitou a aquisição de matrizes bovinas e a recuperação total de pastagens, com respeito às diretrizes ambientais.

O sucesso desta operação financeira é atribuído ao acompanhamento técnico rigoroso liderado pela equipe da Emater-RO. O corpo técnico adaptou a elaboração das propostas à realidade cultural dos povos indígenas, garantindo que o crédito fosse acompanhado de orientações sobre tratos culturais e produtividade. Um dos pilares do projeto é a sustentabilidade: o acesso ao recurso é condicionado à vedação total de supressão de floresta nativa e ao alinhamento com o Plano de Gestão da Terra Indígena (PGTI). Com isso, áreas de pastagem subutilizadas estão sendo convertidas em lavouras produtivas e sustentáveis.

TERRAS INDÍGENAS PRODUTIVAS

Governo destaca ações para impulsionar desenvolvimento nas terras indígenas

O estado abriga 22 Terras Indígenas (TIs) demarcadas e homologadas, onde vivem mais de 21 mil indígenas, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São diversas etnia, entre elas os Paiter Suruí, Cinta Larga, Karitiana, Oro Wari, Gavião e Tupari. O governador de Rondônia, Marcos Rocha, pontua que a presença do governo dentro das terras indígenas respeita a floresta e as especificidades de cada terra indígena para gerar renda e uma vida de melhor qualidade.

“A produção indígena é um dos pilares do agronegócio sustentável de Rondônia, e destaca-se pela excelência da produção tanto em qualidade quanto em sustentabilidade, em uma combinação de conhecimento tradicional, tecnológico e melhores práticas agrícolas, resultado da dedicação dos indígenas, que tanto têm contribuído para a evolução do estado. De dentro das terras indígenas estão brotando, por exemplo, cafés premiados; amêndoas de cacau de qualidade para produção de chocolates; castanhas; farinha; peixes; banana, melancia, abacaxi; uma diversidade de produções, que evidenciam as aldeias como polos de bioeconomia no estado.’’

AÇÕES ESTRATÉGICAS EM 2026

O diretor-presidente da Emater-RO, Hermes José Dias Filho, explica que, em 2026, o governo de Rondônia investe na conquista de crédito rural para os indígenas e na expansão da emissão do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) como parte de um pacote robusto de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER Indígena), por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO). Só em Guajará-Mirim foram realizados, este ano, 448 CAFs, beneficiando as etnias Oro Nao, Oro Waram Xijein, Oro Waram e Oro Mon.

Emater investe na conquista de crédito rural para os indígenas e na expansão da emissão do CAF

“O CAF não é apenas um registro; é considerado um documento essencial para acesso ao crédito e aos programas governamentais de incentivo à agricultura. Por meio das frentes de serviço da Emater-RO, o Estado chega às aldeias mais remotas para realizar o levantamento produtivo e a regularização das famílias e dá oportunidades para que as terras indígenas sejam produtivas, sustentáveis e melhorem a renda das comunidades indígenas, a exemplo da conquista de crédito para que os indígenas possam investir nas cadeias produtivas. São iniciativas assim que fazem de Rondônia referência nacional em assistência técnica para comunidades indígenas”, afirmou.

ATER INDÍGENA EM RONDÔNIA

A atuação do governo de Rondônia na Ater Indígena baseia-se na entrega de suporte técnico que respeita a cultura e o território:

  • Sustentabilidade: foco na recuperação de áreas degradadas e no manejo da biodiversidade local;
  • Valorização Tradicional: Integração de práticas e saberes indígenas às técnicas agrícolas;
  • Acesso a Políticas Públicas: facilitação do acesso aos programas dos governos e a linhas de crédito, por exemplo;
  • Desenvolvimento Rural: assistência técnica especializada para o desenvolvimento sustentável em terras indígenas.

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Fonte: Governo RO

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