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Porto Velho

Projeto Mãos que Protegem reforça educação ambiental em escolas da zona rural

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Iniciativa conscientiza crianças sobre prevenção de queimadas

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), está promovendo o projeto “Mãos que Protegem”, que visa educar e conscientizar alunos de 17 escolas municipais da zona rural sobre a prevenção de queimadas e a importância da sustentabilidade.Projeto leva educação ambiental para escolas da zona rural de Porto Velho

Ao todo, cerca de 649 estudantes serão contemplados. O projeto já alcançou redes de ensino como Erialdo Gomes do Carmo, Santo Antônio, Morvan Freire Brasil, Professor Manoel Granjeiro, Flor do Cupuaçu e Bohemundo Alveres Afonso. A iniciativa utiliza uma abordagem interativa e leve, ideal para prender a atenção das crianças e transformá-las em multiplicadores de boas práticas ambientais.

As atividades incluem palestras dinâmicas e materiais educativos que abordam os impactos das queimadas e a importância de cuidar do meio ambiente. Para tornar a experiência ainda mais envolvente, o projeto oferece oficinas práticas, nas quais os alunos aprendem a criar brinquedos a partir de materiais recicláveis, como rolos de papel higiênico, transformando-os em porta-lápis.

O projeto “Mãos que Protegem” incentiva a preservação ambiental entre estudantes da rede municipalNo final de cada encontro, eles recebem brindes simbólicos como forma de reconhecimento pela participação e para reforçar os conceitos aprendidos.

De acordo com Joana Aurélia, diretora do Departamento de Gestão de Políticas Ambientais (DGPA) da Sema, levar educação ambiental aos alunos da zona rural é fundamental para ampliar o alcance das ações da equipe.

“Estamos trabalhando principalmente na prevenção e no combate às queimadas, conscientizando sobre a proibição do uso do fogo e apresentando alternativas sustentáveis que não envolvem a queima. Esse trabalho é ainda mais importante em áreas de expansão urbana, as chamadas regiões periurbanas, onde já foram registrados diversos focos de queimadas em anos anteriores. Ao visitar essas escolas, conseguimos ampliar a atuação da educação ambiental da Sema e contribuir diretamente para a redução dos focos de incêndio, especialmente nas pequenas propriedades”.

Para o prefeito Léo Moraes, investir na conscientização das crianças é essencial para o futuro. “Estamos formando cidadãos mais conscientes, que entendem a importância de cuidar do meio ambiente e ajudam a prevenir problemas como as queimadas”.

O “Mãos que Protegem” é um passo importante para cultivar uma geração mais consciente e comprometida com a preservação ambiental, preparando-os para serem verdadeiros agentes de mudança em suas comunidades.

Texto: Sema
Edição: Secom
Fotos: Sema

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Direita Livre é alternativa de fluidez e praticidade no trânsito da capital

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Motoristas devem respeitar a sinalização e priorizar a segurança no tráfego

Modelo de sucesso em vários países do mundo, a sinalização da Direita Livre, implantada desde o ano passado, já começa a superar o período de adaptação e passa a se tornar uma constante no dia a dia do cidadão que utiliza o trânsito em Porto Velho.

De acordo com Aline Freire, o fluxo do trânsito melhorou muitoA placa “Direita Livre” autoriza motoristas a virarem à direita em cruzamentos sinalizados, mesmo com o semáforo no vermelho, visando aumentar a fluidez do tráfego.

A equipe da Prefeitura esteve nas ruas para acompanhar como a população está percebendo as mudanças no trânsito após a instalação das placas em pontos estratégicos da cidade, definidos com base em estudos técnicos de viabilidade.

De acordo com Aline Freire, que trabalha em um estabelecimento comercial bem em frente a uma dessas sinalizações, o fluxo do trânsito melhorou muito. Isso porque as filas de carros que se aglomeravam foram reduzidas conforme os motoristas aprenderam a utilizar a Direita Livre: “A gente consegue perceber que o trânsito está fluindo, porém, é necessário que as pessoas aprendam a ter atenção para evitar acidentes nesses pontos”, disse.

 Cláudio Azeredo alertou para usarem prudência na hora de utilizar essa ferramentaJá para Cláudio Azeredo, que veio trabalhar e morar recentemente em Porto Velho, esse tipo de sinalização já é utilizado em outras regiões do Brasil. Ele alertou apenas para a necessidade de motoristas, ciclistas e pedestres usarem prudência na hora de utilizar essa ferramenta: “Eu percebi que a Prefeitura de Porto Velho utiliza várias ferramentas para modernizar o trânsito, e a Direita Livre é uma delas. O que falta ainda é que a população se atente para as regras dessa sinalização”.

O secretário da Semtran, Iremar Torres, destacou que a implantação da Direita Livre segue critérios técnicos e tem como principal objetivo melhorar a mobilidade urbana sem comprometer a segurança.

“A Direita Livre é uma solução moderna que ajuda a reduzir retenções e melhorar o fluxo de veículos em pontos estratégicos da cidade. Mas é fundamental que os motoristas respeitem a sinalização, reduzam a velocidade e deem preferência aos pedestres para que a medida funcione de forma segura e eficiente”, ressaltou o secretário.

O prefeito Léo Moraes salientou que essa sinalização é fruto de uma série de intervenções promovidas pelo Poder Executivo, que vêm modernizando e trazendo mais fluidez ao trânsito da capital rondoniense: “Desde o ano passado foram promovidas várias intervenções que ajudaram a melhorar significativamente o trânsito de Porto Velho. É claro que ainda temos muita coisa a fazer, porém, é sempre gratificante saber que a sociedade vem usufruindo dessas mudanças que melhoram o nosso dia a dia”.

Texto: João Paulo Prudêncio
Edição: Secom
Fotos: Hellon Luiz

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Nova lei garante identificação e mais respeito às pessoas com deficiência

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Carteira municipal e Colar de Girassol reforçam inclusão e reconhecimento das deficiências ocultas

Iniciativa busca facilitar o dia a dia de milhares de pessoasNem toda deficiência é visível. E, muitas vezes, o que não se vê é justamente o que mais precisa ser compreendido.

Em Porto Velho, uma nova lei surge com a proposta de mudar essa realidade. A Lei Complementar nº 1.055 institui a Carteira Municipal de Identificação da Pessoa com Deficiência (CMPcD) e reconhece oficialmente o uso do Colar de Girassol, dois instrumentos que vão além da identificação: representam respeito, acolhimento e reconhecimento.

A iniciativa busca facilitar o dia a dia de milhares de pessoas que, até então, enfrentavam dificuldades para comprovar sua condição e acessar direitos básicos.

Um documento que garante visibilidade

A Carteira Municipal de Identificação da Pessoa com Deficiência é um documento oficial, gratuito e opcional, que comprova a condição do cidadão de forma prática e padronizada.

Instrumentos vão além da identificação: representam respeito, acolhimento e reconhecimento

Com validade de cinco anos, a carteira reúne informações como identificação, tipo de deficiência e classificação médica, permitindo acesso mais ágil a atendimentos prioritários e serviços públicos.

A emissão será feita pela Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), por meio dos CRAS, mediante apresentação de documentos e laudo médico.

Mais do que um documento, a CMPcD chega para evitar constrangimentos, especialmente em situações em que a pessoa precisa explicar repetidamente sua condição.

Segundo o prefeito Léo Moraes, a medida representa um avanço importante na construção de uma cidade mais humana e inclusiva: “Essa lei é um passo importante para garantir dignidade, respeito e inclusão. Estamos falando de pessoas que muitas vezes enfrentam dificuldades invisíveis e que precisam ser acolhidas com empatia e compreensão. Nosso compromisso é construir uma cidade mais acessível e mais humana para todos”, destacou o prefeito.

O girassol que fala sem palavras

Segundo Léo Moraes, a medida representa um avanço importante na construção de uma cidade mais humana e inclusiva

Discreto, mas poderoso: o Colar de Girassol é um símbolo internacional utilizado para identificar pessoas com deficiências ocultas, como transtorno do espectro autista, TDAH e outras condições não visíveis.

Na prática, ele funciona como um sinal silencioso de que aquela pessoa pode precisar de mais tempo, paciência ou apoio.

A própria lei define o colar como um instrumento complementar de identificação para esse público, reforçando a importância de um atendimento mais humanizado.

E aqui está o ponto mais importante: o colar não pede privilégio, ele pede compreensão.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, ressaltou que a iniciativa fortalece a política de inclusão no município: “Estamos trabalhando para garantir mais dignidade e respeito às pessoas com deficiência. A carteira e o Colar de Girassol são instrumentos importantes para facilitar o acesso aos direitos e promover um atendimento mais humano e consciente”, afirmou o secretário.

Quando o invisível vira desafio

Paulo Afonso ressaltou que a iniciativa fortalece a política de inclusão no município

Para quem vive com uma deficiência não aparente, o maior obstáculo nem sempre é a condição em si, mas o olhar do outro.

Impaciência em filas, julgamentos precipitados e falta de preparo no atendimento são situações comuns que, com informação e empatia, poderiam ser evitadas, relata Felipe.

“Nem sempre a nossa deficiência é visível. E isso faz com que, muitas vezes, a gente precise se explicar o tempo todo… em filas, atendimentos, até em situações simples do dia a dia. A carteira e o colar ajudam justamente nisso: evitam constrangimentos e fazem com que as pessoas entendam que a gente precisa de um olhar mais atento, mais humano.”

A nova legislação surge justamente para reduzir esses episódios, criando mecanismos que facilitam a identificação e estimulam uma mudança de comportamento da sociedade.

Entre a lei e a realidade

Apesar dos avanços, o desafio agora é outro: fazer a lei sair do papel.

A própria legislação prevê ações de conscientização para orientar estabelecimentos públicos e privados sobre o uso do Colar de Girassol e o atendimento adequado.

Mas a verdade é simples e direta: enquanto não houver preparo, não adianta ter documento.

Logo, não adianta ter símbolos se não houver empatia por parte de cada pessoa.

A secretária adjunta da Semias, Tércia Marília, destacou que a conscientização da sociedade é essencial para que a lei cumpra seu papel: “Mais do que identificar, precisamos conscientizar. A inclusão acontece quando existe respeito, acolhimento e entendimento das necessidades do outro. Essa é uma construção coletiva que envolve toda a sociedade”.

Um passo importante, mas coletivo

A criação da CMPcD e o reconhecimento do Colar de Girassol representam um avanço importante para Porto Velho.

Mas a inclusão de verdade não nasce só da lei, ela nasce da atitude.

É no olhar mais atento, no atendimento mais humano, na paciência em entender o outro.

Porque, no fim das contas, o que essa lei propõe não é apenas identificar pessoas com deficiência. É fazer com que elas sejam vistas e, acima de tudo, respeitadas.

Texto: Helen Paiva
Edição: Secom
Fotos: Arquivo / Secom / Internet / José Carlos

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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