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Porto Velho

Oficina ensina mulheres a usar spray de pimenta para defesa em Porto Velho

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Capacitação gratuita ensina técnicas de defesa pessoal e uso responsável do spray de pimenta

 Anne Cleyanne Alves, explicou que o uso do spray exige preparo e responsabilidadeA oficina “Mulher Segura: Defesa Pessoal na Prática” foi realizada neste sábado (25), na Escola Municipal Engenheiro Francisco Erse, em Porto Velho. A iniciativa tem como objetivo capacitar mulheres para agir em situações de risco, ensinando, na teoria e na prática, o uso correto do spray de pimenta.

A oficina foi gratuita e aberta para mulheres a partir de 18 anos, com participação de adolescentes de 16 e 17 anos mediante autorização. Devido à grande procura, as atividades foram divididas em duas turmas, realizadas nos períodos da tarde e noite.

Léo Moraes, destacou a importância da ação como ferramenta de prevençãoO prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou a importância da ação como ferramenta de prevenção. “É uma oficina necessária. Estamos trazendo medidas preventivas e defensivas para que as mulheres saibam como agir em situações de risco. O spray de pimenta não é para encorajar o confronto, mas sim uma etapa de proteção pessoal”.

A coordenadora da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres, Anne Cleyanne Alves, explicou que o uso do spray exige preparo e responsabilidade. “O spray de pimenta é um agente químico e pode causar reações. Por isso, é fundamental que as mulheres saibam utilizá-lo corretamente. Uma mulher instruída é uma mulher mais segura, capaz de agir com consciência e responsabilidade”.

Luciana Almeida destacou a importância em buscar formas de prevenção e segurançaEla também destacou o conteúdo da capacitação. “As participantes recebem orientações sobre os tipos de spray, possíveis reações no organismo, legislação e formas de uso. Além da parte teórica, há também simulação prática em ambiente controlado, o que permite que elas aprendam de forma segura”.

A oficina contou com apoio da Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Choque. O sargento Ricardo de Souza explicou a atuação da corporação. “Nosso papel é orientar. Não basta ter o equipamento, é preciso saber usar com responsabilidade e eficácia. Estamos aqui para instruir essas mulheres e contribuir com a proteção delas”.

A oficina reforça que o principal objetivo não é o confronto, mas sim a prevenção e a preservação da vidaMoradoras que participaram da oficina destacaram a importância da iniciativa diante da realidade da violência. A autônoma Luciana Almeida, de 38 anos, relatou a preocupação com os índices na cidade. “A gente vê um índice muito grande de violência contra a mulher, tanto psicológica quanto física. Aqui em Porto Velho, principalmente na zona leste, esses casos são frequentes. Por isso, é muito importante buscar formas de prevenção e segurança”.

A servidora pública Alana de Souza Campo, de 40 anos, destacou o aprendizado adquirido. “São muitas informações que eu não conhecia. Está sendo um aprendizado muito importante. Com tantos casos de violência e feminicídio, é essencial que a mulher saiba como se proteger”.

Já a estudante Samara Pereira Lima, de 32 anos, contou que já viveu uma situação de risco e vê na capacitação uma oportunidade de agir melhor no futuro. “Hoje eu aprendi técnicas corretas, como identificar a rota de fuga e usar o spray apenas como última opção. Isso faz toda a diferença em uma situação de perigo”.

A oficina reforça que o principal objetivo não é o confronto, mas sim a prevenção e a preservação da vida. Em um cenário de violência crescente, ações como essa se tornam fundamentais para fortalecer a segurança e a autonomia das mulheres na capital.

Texto: Felipe Tárcio
Fotos: José Carlos
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Balneários impulsionam lazer e turismo de natureza em Porto Velho

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Rota de “banhos” movimenta economia local e atrai famílias em busca de lazer

Espaços se tornaram parte da rotina de quem busca descanso sem precisar sair da cidadeEspaços localizados ao longo da BR-364 e da Estrada da Penal movimentam famílias, impulsionam pequenos empreendedores e reforçam o potencial turístico da capital

Quando o calor aumenta em Porto Velho, muitos moradores já conhecem o destino: seguir estrada adentro em busca dos tradicionais “banhos”. Os balneários espalhados pela BR-364 e pela Estrada da Penal fazem parte da cultura local e representam uma alternativa acessível de lazer, contato com a natureza e convivência familiar.

Em meio a igarapés, áreas de mata e restaurantes regionais, esses espaços se tornaram parte da rotina de quem busca descanso sem precisar sair da cidade. O movimento cresce principalmente nos períodos mais quentes, quando famílias inteiras ocupam mesas, crianças aproveitam as áreas de banho e grupos de amigos transformam o dia em uma experiência de lazer ao ar livre.

Cada balneário possui características própriasCada balneário possui características próprias. A Cachoeirinha, no km 17, é uma das mais tradicionais e reúne frequentadores antigos. Mais adiante, no km 42, Água Gelada e Bebel atraem visitantes pela água fria e pela estrutura para permanência durante todo o dia. No km 38, o balneário Souza chama atenção pelas atividades recreativas, como o caiaque. Já na Estrada da Penal, o Jalapão oferece um ambiente mais cercado pela mata, enquanto Rio das Garças e Coqueiral completam o circuito procurado por moradores e visitantes.

Mais do que espaços de lazer, os balneários também movimentam a economia local. Restaurantes familiares, pequenos comerciantes e estruturas mantidas por moradores encontram nesses períodos de maior fluxo uma importante fonte de renda, fortalecendo o turismo regional e incentivando a permanência de visitantes dentro do próprio município.

Conhecida popularmente como Rota das Águas, essa sequência de balneários reforça uma característica singular da capital: a diversidade de espaços naturais distribuídos em diferentes regiões do território. Pela extensão geográfica do município um dos maiores do país em área territorial, Porto Velho concentra uma das maiores rotas de balneários naturais de Rondônia, conectando lazer, natureza e turismo de proximidade.

Balneário Bebel atrae visitantes pela água fria e estrutura para permanência durante todo o diaDentro dessa proposta de valorização dos atrativos locais, os balneários também passam a dialogar com o programa “PVH Sua Estação é Aqui”, iniciativa que busca organizar rotas e experiências turísticas da cidade. O projeto reúne destinos ligados à natureza, patrimônio histórico, experiências ribeirinhas e cultura local, funcionando como um mapa turístico que orienta moradores e visitantes sobre diferentes possibilidades de percurso pela capital. 

Para o secretário da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Cássio Moura, os balneários representam uma vocação natural que ajuda a fortalecer a identidade turística da cidade: “Porto Velho tem uma característica muito própria: a possibilidade de oferecer lazer próximo, acessível e conectado à natureza. Os balneários fazem parte da memória afetiva da população e ajudam a mostrar que o turismo também acontece nos espaços simples, onde existe convivência, cultura e pertencimento. Nosso papel é valorizar esses destinos e criar conexões para que moradores e visitantes descubram cada vez mais a cidade.”

Porto Velho concentra uma das maiores rotas de balneários naturais de RondôniaO prefeito Léo Moraes reforça o papel desses espaços na valorização do turismo local: “Estamos fortalecendo o turismo de proximidade, valorizando o que é nosso e incentivando que as pessoas vivam mais a cidade.”

A proposta institucional é ampliar a percepção de que o turismo local vai além dos cartões-postais tradicionais. Ao integrar os balneários dentro de uma narrativa organizada de experiências, a cidade fortalece o turismo de permanência, incentiva a circulação econômica e amplia o olhar sobre o potencial natural existente em diferentes regiões do município.

A Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer orienta que os visitantes mantenham atenção nas áreas de banho, respeitem a sinalização e contribuam para a preservação ambiental, com descarte correto de resíduos e cuidado com os espaços naturais.

Texto: Renata Beccária
Edição: Secom
Fotos: Leandro Morais

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Mais de 640 toneladas de lixo já foram retiradas da zona rural da capital

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Limpeza contínua leva saúde e qualidade de vida

Só em 2026, até o mês de abril, já foram recolhidas 88 toneladas de lixo na zona ruralLevar serviços até a zona rural não é tarefa simples. As distâncias são grandes, o acesso nem sempre facilita e o trabalho exige muito planejamento. Mesmo assim, a Prefeitura tem avançado, e os resultados aparecem.

Com o uso do Limpômetro, ferramenta que acompanha e apresenta dados da limpeza urbana, já foram retiradas 642 toneladas de resíduos descartados de forma irregular entre 2025 e 2026 nas regiões rurais do município.

A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), responsável pelos serviços de limpeza urbana.

Só em 2026, até o mês de abril, já foram recolhidas 88 toneladas de lixo na zona rural.

Giovanni Marini, destacou a importância do LimpômetroCalama lidera esse levantamento, com 55 toneladas retiradas. Em seguida, aparecem outras comunidades rurais, com 24 toneladas, e Jaci-Paraná, com 11 toneladas.

Os dados reforçam que o trabalho não é pontual, mas acontece de forma contínua e organizada.

O secretário executivo de limpeza urbana, Giovanni Marini, destacou a importância do Limpômetro.

“O Limpômetro é uma ferramenta importante porque traz transparência e nos ajuda a planejar melhor as ações. Essas mais de 600 toneladas retiradas mostram que o serviço não é pontual, ele é contínuo e faz parte de um planejamento maior para atender toda a zona rural”.

Serviço contribui para a redução de doenças, evita a proliferação de insetosO prefeito Léo Moraes destacou que o trabalho tem impacto direto na vida da população. “Estamos levando serviços essenciais para regiões mais distantes, com planejamento e presença contínua. Esse trabalho melhora a saúde, preserva o meio ambiente e garante mais qualidade de vida para quem vive na zona rural”.

Impacto direto na vida da população

A retirada de resíduos vai muito além da limpeza. O serviço contribui para a redução de doenças, evita a proliferação de insetos e melhora o ambiente para quem vive nessas regiões.

Também há um impacto importante no meio ambiente, já que o recolhimento impede que o lixo seja descartado de forma irregular, contaminando o solo e os rios.

A limpeza na zona rural segue dentro de um planejamento estratégico da gestão municipal, com a proposta de ampliar as ações e alcançar ainda mais comunidades. Para que os resultados continuem aparecendo, a participação da população é fundamental.

Fazer o descarte correto dos resíduos é um gesto simples, mas que faz toda a diferença na preservação do meio ambiente, na saúde e na qualidade de vida de todos.

O objetivo é único: levar cuidado, dignidade e qualidade de vida para todos os cantos, inclusive os mais distantes: “Cuidar da cidade é uma responsabilidade de todos, e a Seinfra continuará presente em cada canto do nosso município”, enfatizou Marini.

Texto: Helen Paiva
Edição: Secom
Fotos: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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