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Porto Velho

Ação integrada promove inclusão e conscientização sobre o autismo na Vila DNIT

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Programação do Abril Azul aproximou serviços públicos de famílias da zona rural

O diagnóstico chegou como um susto, mas também como um ponto de virada na vida de Daniela Pantoja. Mãe de uma menina de 10 anos, diagnosticada com autismo aos 8, ela decidiu transformar a dúvida em busca por conhecimento. “No começo foi um choque, mas eu fui estudar e entender mais sobre o assunto. A gente sabe que no começo é bem difícil, mas hoje eu vejo que todos nós somos iguais. Eu também fui diagnosticada com autismo”.

Daniela Pantoja decidiu transformar a dúvida em busca por conhecimentoHistórias como a de Daniela foram o centro do Conecta Autismo: Informação, Direitos e Afeto, realizado nesta sexta-feira (24), na Escola Municipal Ermelindo Brasil, na Vila DNIT, em Porto Velho. A ação integrou a programação do Abril Azul, mês dedicado à conscientização sobre o autismo, e reuniu famílias, profissionais e educadores em um momento de escuta, acolhimento e aprendizado.

O evento foi resultado de uma atuação conjunta entre a Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e a Unidade Básica de Saúde da Família Engenho Velho, levando informação e serviços a uma região que, até então, não havia recebido uma iniciativa desse porte.

AUTISMO EM FOCO

Programação abordou temas essenciais sobre o autismoPara o diretor da escola, Joel Lacerda, o impacto da ação foi significativo, especialmente para as famílias da zona rural, que muitas vezes têm acesso limitado a esse tipo de informação e suporte. “É muito importante, porque antes nunca tivemos um movimento como esse, tão necessário e ao alcance dessas famílias. Nossa escola tem 550 alunos, e 34 são autistas. Trazer essa discussão para perto dessas pessoas faz toda a diferença”.

O prefeito Léo Moraes destacou a importância da iniciativa: “Levar informação e acolhimento para as famílias é essencial para garantir inclusão e mais qualidade de vida”.

A programação abordou temas essenciais sobre o autismo, com palestras, orientações sobre direitos e rodas de conversa, criando um ambiente de troca entre especialistas e a comunidade. Para muitas famílias, foi a oportunidade de entender, compartilhar e, principalmente, se sentir parte de uma rede de apoio.

ACOLHIMENTO QUE TRANSFORMA

Paulo Afonso destacou o compromisso da gestão municipal com a pautaDe acordo com a secretária-adjunta da Semias, Tércia Marília Martins, a iniciativa reforça a importância de levar políticas públicas até onde a população está. “Inclusão se faz dentro do território. Nosso lugar é junto da população, junto das pessoas autistas e com deficiência, principalmente em locais que nunca receberam um encontro como esse. Hoje estamos aqui com saúde, educação e assistência falando sobre autismo pela primeira vez na Vila DNIT”.

O secretário da Semias, Paulo Afonso, também destacou o compromisso da gestão municipal com a pauta. “O que vemos aqui hoje é a inclusão acontecendo de fato. É a efetivação da política pública chegando até a comunidade. A determinação do prefeito Léo Moraes é que todas as secretarias estejam envolvidas com a inclusão, e já temos programação para levar essa iniciativa a outras localidades do município”, finalizou o secretário.

Texto: André Oliveira
Edição: Secom
Fotos: José Carlos

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Cras Teodoro Crommo atende localidades próximas a Jaci Paraná

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Atendimento itinerante leva serviços sociais a distritos e comunidades

Iniciativa leva serviços essenciais diretamente às localidades, ampliando o acesso da população à rede de proteção socialA Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), realizará, entre os dias 27 de abril e 1º de maio, uma ação itinerante do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Pe. Teodoro Crommo para atender moradores de comunidades próximas ao distrito de Jaci Paraná. A iniciativa leva serviços essenciais diretamente às localidades, ampliando o acesso da população à rede de proteção social.

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ‘Theodoro Cromo’, localizado no distrito de Jaci Paraná, à Via 01, Quadra 1, Casa 03, em frente à BR-364, próximo à rodoviária, é a unidade responsável pela ação.

O prefeito Léo Moraes destacou a importância da iniciativa: “Estamos levando os serviços até quem mais precisa, facilitando o acesso e garantindo mais dignidade para a população”.

Entre os serviços disponíveis estão inclusão no Cadastro Único, atualização cadastral, informações e orientações sobre programas sociais, emissão da Carteira do Idoso e realização de visitas unipessoal e técnica.

Cronograma de atendimento do Cras Teodoro Crommo:

27 de abril – das 9h às 12h e das 14h às 17h30

28 de abril – das 8h às 14h
União Bandeirantes – Igreja Católica Nossa Senhora dos Imigrantes (rua Brasília)

29 de abril – das 8h às 12h e das 13h às 17h

30 de abril – das 8h às 11h30
Vila da Penha – Escola Santa Júlia

30 de abril – das 14h30 às 17h

1º de maio – das 8h às 12h
Embaúba/Vila Jirau – Lanchonete da Salete (primeira quebra-mola, sentido Rio Branco/AC)

Cadastro Único identifica e caracteriza famílias de baixa renda no Brasil

Para o Cadastro Único, é necessário apresentar documentos originais (não é preciso cópia), como Carteira de Identidade, CPF, Título de Eleitor, Carteira de Trabalho, comprovante de residência e Certidão de Casamento (para quem for casado). Para crianças, devem ser apresentados Certidão de Nascimento, CPF, Declaração Escolar (com código do INEP — obrigatória a partir dos 4 anos) e Carteira de Identidade, caso possua.

“Um dos eixos centrais da ação é a chamada ‘busca ativa’, estratégia do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) que visa identificar e incluir no Cadastro Único famílias que, por barreiras geográficas, sociais ou informacionais, encontram-se fora da rede de proteção social”, informou a coordenadora do Cras Teodoro Crommo, Fabiana Gonçalves.

O Cadastro Único é o principal instrumento do Governo Federal para a identificação e caracterização das famílias de baixa renda no Brasil. Sua atualização periódica é requisito para a concessão e manutenção de benefícios sociais, como o Bolsa Família, Bolsa Verde, auxílio-defeso e o programa Pé-de-Meia, além de outras iniciativas voltadas à segurança alimentar, educação, assistência social e sustentabilidade ambiental.

Texto: Adaides Batista
Edição: Secom
Fotos: Leandro Morais / Semias

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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Porto Velho

Prefeitura realiza capacitação às famílias

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Capacitação do serviço regulamentado pelo ECA acontece de 27 a 30 de abril

Serviço não é uma adoção, mas um acolhimento familiar temporárioA Prefeitura de Porto Velho, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), realizará curso de capacitação ao Serviço Família Acolhedora nos próximos dias 27 a 30 de abril , a partir das 19h, no auditório do Creas, à rua Geraldo Ferreira, 2166, bairro Agenor de Carvalho.

O serviço não é uma adoção, mas um acolhimento familiar temporário, com a criança ou adolescente sendo recebida por uma família e passando a conviver com ela, num ambiente ideal para superar traumas, inseguranças e outros desafios de quem sofreu algum tipo de violência.

O Serviço de Acolhimento Familiar, Família Acolhedora, tem como objetivo proporcionar a crianças e adolescentes, afastados temporariamente de suas famílias por medida protetiva, o carinho e a convivência em um lar acolhedor.

As famílias acolhedoras oferecem cuidado, proteção e afeto durante o período em que essas crianças e adolescentes aguardam o retorno à família de origem ou o encaminhamento adequado definido pela Justiça.

Léo Moraes afirmou que o Serviço Família Acolhedora prioriza afeto e dignidade no cuidado“O Serviço Família Acolhedora é uma iniciativa que coloca o afeto e a dignidade no centro do cuidado com nossas crianças e adolescentes. Queremos incentivar e agradecer às famílias que se dispõem a acolher, oferecendo proteção e esperança. Nosso compromisso é fortalecer essa rede de solidariedade e garantir um futuro mais digno para todos.”, afirmou o prefeito Léo Moraes.

O SERVIÇO

O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (SAF) é uma modalidade de acolhimento que visa oferecer proteção integral às crianças e adolescentes que precisam ser afastados temporariamente de sua família de origem ou extensa por medida de proteção. O acolhimento deve ser a última medida para garantia dos direitos de crianças e/ou adolescentes, após se esgotarem as outras possibilidades de apoio à família de origem pela rede de serviços.

“A importância de estabelecer um tempo limite para o acolhimento está atrelada, portanto, ao objetivo principal da medida protetiva, de reintegrar à criança e/ou o adolescente à sua família de origem ou inseri-la em família por adoção, quando comprovada a impossibilidade de reintegração familiar”, observa a coordenadora do Serviço Família Acolhedora, Sefra Maria Barros.

Paulo Afonso reforçou o papel das famílias na rede de proteçãoO secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, reforçou o papel das famílias na rede de proteção: “O acolhimento familiar é fundamental para garantir cuidado individualizado e fortalecer vínculos, contribuindo diretamente para o desenvolvimento dessas crianças e adolescentes”.

CADASTRO

Esse serviço é regulamentado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prioriza o acolhimento familiar em vez do institucional, pois entende que vínculos afetivos e convivência comunitária são essenciais para o desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes.

Famílias interessadas em participar do Serviço Família Acolhedora podem inscrever-se, e pegar todas as informações, no site do serviço, no endereço: https://familia-acolhedora.portovelho.ro.gov.br

O preenchimento do formulário não gera nenhum compromisso, sendo apenas uma forma de demonstrar interesse e receber mais informações sobre o serviço.

As famílias habilitadas recebem acompanhamento técnico e durante o acolhimento, recebe uma ajuda, um subsídio no valor de um salário mínimo mensal para custear as necessidades da criança ou adolescente acolhido.

Texto: Adaides Batista
Edição: Secom
Fotos: Semias / Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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